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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

GUARDA E VISITA DE FILHOS

O conflito entre os pais

Acrescentei um detalhe ao final deste post no dia 06/06/2013.
Merece a leitura!

Em 27/06/2013 acrescentei um documentário ao final!
Desconheço direitos autorais sobre o documentário, mas recomendo a advogados, juízes e promotores colocarem as partes para ver este filme antes das audiências!
Aos visitantes do blog, assistam até o final ....  reservem lenços pois será necessário!


Finda a relação conjugal, inicia-se no mais das vezes, uma luta entre o casal em intermináveis processos de separação litigiosa. São casais que pretendem fazer do processo de separação uma guerra contra a outra parte. Nestes processos descobrimos homens avarentos e mulheres vingativas. As mais terríveis qualidades surgem naqueles que antes eram “pombinhos amantes”.
Uma das armas preferidas para atingir o adversário é o filho. Quando se chega na tratativa das visitas e guarda de filhos cada um explora uma maneira melhor de atacar e vingar suas mágoas pessoais contra o outro cônjuge. São atos animalescos. Despe-se a figura humana do casal e se apóiam, cada qual, no que tem de mais torpe.
Nestas batalhas os filhos ficam na mais baixa escala da preocupação. Em primeiro lugar o dinheiro! Raramente se debate visitas e guarda de menores em primeiro plano. Na linha do brocardo “aura sacra famis”(1) ou ainda “fortuna Imperatix mundi”(2), o casal pensa antes de qualquer coisa em dinheiro!
Geralmente no exercício da vocação de Advogado vejo estes debates e quando pergunto sobre as visitas e guarda os clientes assustam e nalgumas vezes exclamam: “Eh! Tem de ver esse negócio também né?”. Numa clara alusão ao desdém com que tratam os filhos e se preocupam com os valores do patrimônio que tocará a cada um. Mas não podendo se esquivar do assunto os homens preocupam em pagar o mínimo de pensão e as mulheres e fazer do ex-esposo um verdadeiro INSS onde buscará mensalmente seu sustento.
Tabus, preconceitos, estereótipos e verdadeiros fetiches sociais encobrem as relações que envolve a separação de um casal, vejamos algumas aberrações:
a) sempre é a mulher que terá a guarda dos filhos. A situação tornou-se tão cômoda que parece estabelecido legalmente tal preceito. Mas não é! Os filhos hão de ficar com aquele que melhor tiver condições (não necessariamente e obrigatoriamente financeiras) para cuidar dos menores.
b) cumpre exclusivamente ao homem o pagamento da pensão alimentícia. Ora, sendo a guarda dos menores direcionada a pai, a mãe deverá OBRIGATORIAMENTE pagar pensão dos filhos.
c) se não pagar pensão alimentícia não tem direito as visitas. Não se confundem estes direitos de pensão e visitas. JAMAIS. Para o não pagamento de pensão, o recurso é direcionar-se ao poder judiciário e cobrar o valor atrasado. Mas nunca negar as visitas do menor ao seu genitor sob este argumento.
d) a pensão é somente sobre 30% do salário mínimo. O valor da pensão é calculado sobre a seguinte regra (esquecida até mesmo por alguns juízes): CAPACIDADE DE DAR E NECESSIDADE DE RECEBER. Não existe na lei nenhuma indicação de fração ou percentual determinado para estabelecer o valor da pensão. Apenas esta regra simples que deverá ser muito bem pensada entre o casal.
e) durante a visita o pai não pode levar o filho para bares. Pode sim! Pode tudo! Desde que suporte os ônus de tais atos irresponsáveis! Este argumento das mulheres para negar visitas dos filhos aos pais, não vinga na justiça. Durante a visita dos filhos aos pais, a guarda é temporariamente transferida e assim todos os malefícios causados pelo pai aos filhos serão severamente apurados pela justiça. Após apurado, pode o filho ter o direito de visita disciplinado até mesmo determinando-se que a visita seja acompanhada de uma terceira pessoa. Caso raro de acontecer.
f) o direito de visita é dos pais. NUNCA! O direito de visita É DOS FILHOS aos pais. Tudo isto para não desvincular o menor da figura paterna / materna. A legislação pensou no menor e no referencial afetivo que deverá ter com seus genitores.
g) o vínculo maternal é maior que o vínculo paternal. Ora, será que pais amam menos seus filhos que as mães? Certo é que sabemos de pais amorosos para com os filhos. Desprezar o amor paternal é fato repudiado.
Deixando registrada a crítica aos casais sovinas, alguns outros – raros – questionam sobre a situação dos filhos e se preocupam. Para eles eis algumas orientações sobre os tipos de guarda e visitas de filhos menores que podemos fazer uso SEMPRE TENDO COMO REFERENCIAL O BEM ESTAR DA CRIANÇA:
PRIMEIRO: apenas um dos cônjuges permanece na guarda do filho do casal e dará ao outro direitos de visitas semanais. Geralmente são todos os finais de semana: apenas um dia na semana ou de quinze em quinze dias durante todo o final de semana. Estas disposições são da prática, não existe determinação legal pontuando tão severamente as visitas. Ideal e salutar para a criança que esta permaneça o maior tempo possível com os pais.
SEGUNDO: Quando se trata de mais de um filho, já tive a oportunidade de ver os garotos ficarem na guarda dos pais e as meninas na guarda da mãe. Entretanto tal separação dos irmãos deve ser muito bem aquilatada entre o casal com o fim de não distanciar os laços fraternos existentes. Os pais adoram este tipo de determinação para livrarem-se do pagamento de pensão alimentícia já que cada um dos cônjuges terá seus gastos com aquele rebento do qual tem a guarda.
TERCEIRO: a guarda alternada. Pouco conhecida e pouco procurada. Trata-se da situação onde os filhos passam um período mais longo com o pai e outro igual com a mãe. Geralmente este período é semestral. Neste caso a pensão alimentícia também é paga – na mesma proporção – pelo pai ou pela mãe quando o filho está com o outro. Geralmente refutada pelas mulheres que tem o péssimo preconceito de não querer pagar pensão alimentícia. Esta alternância é vista por alguns juízes como danosa a criança. Entretanto, sendo bem disciplinadas as visitas, não vejo nenhuma objeção a tal estipulação entre o casal.
QUARTO: criada pela lei com 'a melhor das boas' intensões, a guarda compartilhada retira a prestação alimentícia – verdadeiro ganha pão de algumas mulheres – e dá a cada um do casal a responsabilidade conjunta pela criação dos filhos. Somente casais que REALMENTE preocupam com seus filhos fazem tal opção. Nestes casos a pensão é uma raríssima exceção.
QUINTO: as visitas nas ocasiões chamadas “fortes” são outro entrave. Chamamos de ocasiões fortes o natal, ano novo, aniversário dos pais, aniversário das crianças e férias escolares. Assim sendo é comum estipular que nos aniversários dos pais a criança tenha a oportunidade de estar com os pais e até mesmo – as custas do outro – presentear o genitor aniversariante. Para as férias escolares o casal programa suas viagens e de forma que o menor possa estar metade daquele período com um e metade com outro. Nos demais casos de fortes ocasiões estas podem se dar de forma alternada.
SEXTO: a decisão fica a cargo do menor. Neste caso estando o menor em idade tal que se possa tomar sua opinião ele pode definir com quem queire ficar sob a guarda. Atenção apenas para o fato de os rapazes quererem acompanhar seus “pais solteiros” para as baladas. E as garotas conhecerem os filhos dos namorados de sua mãe. Geralmente os filhos escolhem por conveniência, e estas opiniões devem ser muito bem verificadas pelo juiz e pelos próprios pais.
SÉTIMO: filhos que ainda estão na fase de amamentação, deverão ser visitados com a mãe. A amamentação é primordial na saúde do menor e não poderá ser ceifada por luxos de visitas. Deverá o casal esquecer suas intrigas e JUNTOS partilhar os momentos com aquele lactante.
OITAVO: Pais que tem horários de trabalho em turnos podem visitar seus filhos nas folgas, desde que não atrapalhem os estudos dos filhos.
Outras tantas situações – verificadas caso-a-caso – podem surgir. Somente a sobriedade dos pais podem resolver tudo pacificamente.
Aos filhos devem se voltar os olhos do casal quando da separação. É justamente neste momento que as verdadeiras personalidades de um pai e mãe surgem. Fica, pois, o conselho: faça descobrir uma pessoa verdadeiramente sem maus adjetivos.
1 – sagrada fome de ouro
2 – o dinheiro impera no mundo


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Em 06/06/2013, atendendo aos vários comentários existentes nesta postagem, das quais procuro responder, todas e as que me são enviadas através do mail ronaldo79171@gmail.com, tive uma 'epifania'. Epifania é um sentimento que brota subitamente.
Pois bem....
O CASO:
O pai de uma filha de 6 anos mudou-se para 1.200 km de distância! Até então a visita era regulamentada de modo o pai ter a filha consigo aos finais de semana como acontece na maioria dos casos que vemos.
Com esta problemática da distância... como resolver?
Confesso que desconheço situações como a que recomendei hoje e doravante quero ver se casos assim surjam.
Recomendei:
Pedir a regulamentação da visita através de ENCONTROS SEMANAIS (3 VEZES POR SEMANA) ATRAVÉS DE VIDEOCONFERÊNCIA.

Justifico
  1. Se relacionamentos NASCEM virtualmente, PRESERVAR os que já eram pessoais (pai e filho) será bem mais salutar com a colaboração do meio virtual.
  2. Custo zero! Acesso a internet é possível e acessível a maioria das pessoas (grandíssima maioria) e acaso a mãe (geralmente a guardiã dos menores) não tenha as mínimas condições de ter acesso, o pai poderá colaborar com um pequeno valor a mais para a mae acessar através de lan house ou mesmo adquirir um computador "popular" para ter tal acesso.
  3. Bulling: evita-se completamente! Já que para os filhos menores (neste caso apontado, apenas 6 anos) a mãe quem terá de fazer o acesso e mostrar carinhosamente e de forma gentil o filho ao pai. E acaso fale alguma coisa desagradável poderá ter toda a conversa gravada e levada a juízo para quem sabe até perder a guarda da criança pelo ato de bulling!
  4. Horário: geralmente a noite! Quando pais e filhos, mesmo longe estão já nas suas casas! Nada poderá dizer que haverá dificuldade em encontrar um horário para estar em videoconferência com o filho! Não se poderá dizer "ahhh não tenho tempo" sempre haverá, nem que seja no intervalo da novela das 9 este acesso poderá ser efetuado!
  5. Mundo globalizado: Inserção do filho (ou quem sabe até dos pais) no mundo virtual pelo qual hoje nenhum de nós escapa de necessitar ter acesso! De certo, além destas videoconferências familiares, outros acessos podem ser feitos de forma a educar a criança para o mundo virtualizado, colaborar com a educação do menor (repito, e até dos pais).
  6. Situação inversa: certo e provável que casais que não se divorciam mas os pais, por contingências da vida tem de trabalhar longe, sempre usam este método para estar ao menos virtualmente próximos: porque não fazer uso deste meio de interatividade para manter a boa relação entre pais e filhos separados pela distância e desentendimentos paternos?
  7. Regularidade: as "visitas" virtuais não necessitam ser como disse acima apenas 3 vezes por semana! Pode se dar todos os dias! Não há prejuízo nenhum que todos os dias o filho acesse o computador por alguns minutos para estar com seu pai! Certo que a internet colaborará com sua educação, e outros afazeres (escola, amigos, pesquisas, notícias etc etc...) e ao mesmo instante esteja junto "virtualmente" do pai!
  8. Não só casos de distância: não somente neste caso onde o pai está a 1.200 km de distância, mas nos casos onde estão na mesma cidade, poder-se-á requerer encontros virtuais entre os pais e filhos durante a semana! Os poucos minutinhos dedicados pelo filho ao pai reciprocamente, virtualmente não provocam nenhum prejuízo à educação, lazer, sociabilidade, economia, saúde ou seja lá a desculpa que tente criar para distanciar pais e filhos! Não importa! sabemos que as crianças hoje sempre estão "grudadas" no computador! E se acaso o pai ter este encontro será sempre uma forma de interatividade paterna e filial! Sempre bom JAMAIS reprovável.
  9. Registros: todas as conversas pela maioria dos programas ficam registradas nos computadores e qualquer fala ou manifestação digna de nota para o pai, mãe e filho (digo especialmente para fins de bulling e revisão de visitas ou quem sabe revisão de pensão) poderá estar registrada nos vídeos gravados ou no caso de filhos maiores nos registros das conversas tecladas. 
Outras fundamentações e motivos para uma relação assim podem muito bem ser acrescentadas, MAS TUDO ISTO SEM RETIRAR AS SAGRADAS OPORTUNIDADES DOS ENCONTROS FÍSICOS!

Novidades sobre este meu pensamento, vou postando nos comentários abaixo!

Acaso alguém saiba de regulamentação de visitas neste sentido, por favor informe-me para que eu acrescente tal circunstâncias aos meus precedentes!

Mais uma vez grato a todos que postam seus comentários aqui! É desta forma que novos pensamentos vão surgindo e as nossas preocupações com nossos filhos e as boas relações familiares vão se construindo.



documentário essencial para os pais e mães assistirem!





252 comentários:

1 – 200 de 252   Recentes›   Mais recentes»
Osmar Barbosa disse...

Bom dia,

No caso de pais que não se casaram por não terem condições financeiras e passaram a guarda para os avós paternos e hoje estes pais não estão mais se relacionando afetivamente, qual é o direito de visita do pai? Ele tem direito de levar a criança (3 meses de vida) para casa dele? Se ele levar para casa e acontecer algo com a criança que está sob minha guarda, eu serei o responsavel? Obrigado pela ateção e parabéns pelos esclarescimentos...Osmar.

Osmar Barbosa disse...

Apenas uma coreção. A guarda é dos avós maternos.

lilica disse...

boa tarde.
Meu nome é Liliane e quero saber como é a visita do pai do meu filho se ele ainda é um bebe de 10 meses,quais sao os dias de visita,e se muda por ele ainda ser tao pequeno?Quais são os horarios?oque devo saber sobre a visita e se eu posso exigir os cuidados devidos com o meu filho aos seus familiares?

Erton disse...

No meu caso, eu fico com meu filho em fins de semanas alternados, sendo que, quando o feriado cai em uma segunda junto com o fim de semana q ele está comigo, minha ex não deixa eu ficar com ele, o mesmo acontece com natal ou férias escolares.

Vanessa disse...

Boa noite!
Tenho várias dúvidas com relação a esse tema, e não consigo esclarecê-las com clareza. Sou mãe de uma criança de 3 anos e 5 meses. Separei-me do pai dela quando esta estava com 3 meses de idade. Por aproximadamente 8 meses ele não procurou notícias da criança. Após algumas discussões, ele se achou no direito de retirar a criança para passear, porém neguei, alegando que ela sequer o conhecia. ele, então, entrou com o processo de regulamentação de visitas, alegando que eu o impedia de ver a criança. Entre audiências, consultas com psicólogo e assistente social, na audiência final estabelecemos um acordo. Porém, nesse período, a criança não se acostumou a ficar só com ele, sem a minha presença. Agora ele quer retirá-la para passear sozinho, mas a criança não aceita, chora, fica triste e não entra no carro dele de jeito nenhum. E ele continua insistindo em levá-la sozinho. Afirmo ainda que, nesse tempo em que estabelecemos o acordo, deixei livre para ele frequentar a minha casa quando quisesse, visando o bom convívio com minha filha, porém, mesmo com tempo livre, ele não o fez, vindo somente por 3h ou 4h no final de semana. Ele raramente liga para saber se ela está bem ou precisando de algo. Sei que pelo ECA, ela tem o direito do bem estar, o que no meu leigo ver, não está sendo cumprido durante às visitas. Como devo proceder nessa situação? Desde já, agradeço. Joana

Elenilton Moraes disse...

Querido Boa Tarde, sou separado e tenho um filho de 01 ano e seis (-06) meses, no período de férias escolar vou ficar com ele.... Nesse período eu necessariamente ainda tenho que pagar a pensão a mãe dele?

Ana Paula Toniasso disse...

Olá Ronaldo, muito válido seu artigo, sou advogada e atuo bastante nessa área e tive a grata surpresa de receber em meu escritório um cliente que manifestou interesse em regulamentar a guarda de fato da sua filha de 10 (dez) anos, que estava com ele há aproximadamente 6 meses; a discussão, até nesse caso, voltou-se para valores pecuniários, pois a mãe da menor, que tinha abandonado o lar da família, uma vez acionada judicialmente, queria não só reaver a guarda, mas também receber alimentos e despejar o ex-marido da casa que ela voluntariamente abandonara.
O desfecho ainda esta por vir, no entanto o estudo psicossocial apontou que financeiramete os genitores tem condiçoes de manter a criança, no entanto restou afirmado que o pai tem melhores condições de manter, educar e zelar pela criança, sendo-lhe deferida a guarda provisória e assegurado o direito de visitas da mãe.
Caso sui generis, posto que, como dito no seu artigo, o popular é que as mães fiquem com a guarda dos filhos; confesso que sinto uma ponta de orgulho pelo comportamento desse pai e espero que o Estado lhe assegure tal direito.

Vovó Cleide disse...

Tenho um filho de 18 anos que teve um filho com 17, e a mãe da criança 15. Supri toda necessidade da mãe e da criança, desde a gestação até os primeiros meses de vida. Hoje a criança tem 8 meses, e os pais sempre em guerra,Mas o problema é que mesmo ajudando financeira e emocionalmente a mãe e a criança, não consigo ficar um final de semana com meu neto, pois a mãe alega que o bebe precisa das mamadas. Percebo que o bebe só pode ficar comigo quando a mãe consegue um trabalho free aos finais de semana.Gostaria de saber mais sobre a guarda alternada e como posso conseguir este feito e se a mãe pode agir assim ?
Obrigada,
Vovó abandonada

Vovó desesperada disse...

Olá,
Tenho um filho de 18 anos, que foi pai com 17, a mãe 15. Sempre supri todas as necessidades da criança desde a gestação, inclusive as da mãe .Hoje estou com dificuldade de ter meu neto nos finais de semana,pois os pais não estão juntos. Gostaria de saber mais sobre a guarda alternada, e como posso agir. Só quero participar das alegrias do desenvolvimento do meu neto, não só com as responsabilidades de tê-lo como neto. Amo demais esta criança, por isso não gostaria de atritos com a família, pois são humildes e tem mais bebes dentro de casa. Os pais da mãe do meu neto trabalham fora, e quem fica em casa são 3 adolescentes que cuidam de crianças, assim eles não tem hora de acordar ou dormir e nem mesmo de se alimentar, prova disso que fui visitar meu neto às 16h de uma terça-feira e a mãe estava dando almoço p/ o bebe e entre as colheradas arrumando a casa....Por favor preciso de orientação p/ solucionar a situação sem machucar os envolvidos.
obrigada,

Vovó desesperada

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Vovó Cleide: existe julgados recentes dando o direito de visita aos avós. Penso que pelo histórico apresentado e estes julgados você poderá pedir as visitas regulares ao netinho!

Prihh disse...

Boa Noite Dr. Galvão
Tenho uma filha de 2 meses e estou separada do pai dela depois de muitas idas e vindas. A menina ainda mama exclusivamente no peito e ele solicita a visita mais insiste que eu não esteja junto. Tentei entrar em acordo com ele alegando que a menina depende de mim e que por enquanto a visita sem a minha presença não é legal mais ele insiste em levar a menina para sua casa e traze-la somente a noite, sem falar que ele tem problemas com drogas e álcool. Tenho direito de impedir que ele fique com a menina sozinho sem a minha presença ou que ele a tire de casa mesmo que por algumas horas somente?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Instaurado o litígio a melhor solução é a ida ao poder judiciário para dirimir as questões.
Fatos como estes são comuns no judiciário e um bom advogado do ramo de família irá administrar bem a questão.

Anônimo disse...

Quando a criança tiver 13 anos e não quiser mais ir com o pai (quando aparece para pegar , isto raramente),justifica que não à dialogo, e sim indiferença. Apresenta em alguns momentos estar agressivo, o que devo fazer?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Se acaso não há diálogo entre pai e filho, entre os pais haverá de ter! e fazer com que a criança não se distancie da figura paterna. lembre-se do que foi dito: "PAI, PORQUE ME ABANDONASTE?"
Assim sendo os pais hão de fazer criar no filho o respeito e ter o referencial paterno necessário a sua boa sociabilidade. Quando o filho se torna "rebelde" o que é comum nesta idade, uma orientação cautelosa pode ser conseguida dos pais junto a psicólogos. Seia os pais dirigindo-se ao psicólogo para ter boas formas de lidar com o filho para a resolução da questão.

Anônimo disse...

Olá !!
Tenho um bebe de 5 meses.. e estou querendo me separar do pai dele... mas é um pouco complicado.. não moramos juntos... cada um na casa de seus pais.. já tentei terminar este mau relacionamento.. mas ele não aceita.. faz ameaças.. já tive problemas tanto com ele , quanto com os pais dele durante minha gravidez..
quero muito me separar.. mas tenho medo de perder meu filho pois vive me ameaçando de me tomar a criança.. n tenho vícios.. e tenho já dois filhos de um outro relacionamento. o pai do meu bebe me ameaça pelo fato dos pais dele ter uma condição financeira melhor.. mas sinceramente psicologicamente.. eles não tem... mas... gostaria de saber o que posso esta fazendo.. pois tenho medo de me separar e eles me tomar a criança..

Maria Luiza dos Santos disse...

Minha filha tem 7 anos.Crio ela sozinha desde que nasceu! O pai dela se tornou usuário de drogas e viciado em álcool, no começo ele vinha na minha casa para visitá-la, mas ao invés de brincar com ela, ele acabava dormindo sentado, pois havia passado a noite em claro bebendo e usando drogas! Agora ele quer o direito de sair com ela, de pegar metade das férias escolares etc... Sendo que ele morava com a mãe dele, saiu de lá pois estava sendo ameaçado de morte, foi morar com irmão, as vezes dorme até em bancos de praça por ninguém aguentar mais, ele esteve internado duas vezes para se tratar, mas acabava saindo antes, não aguentava ficar se tratando, dizia estar curado. Hoje em dia nem sei onde ou com quem está morando. Ele tem direito de sair com minha filha, mesmo com todos estes acontecimentos? Algum Juiz permitiria isso? por favor me ajude! não aguento mais esta tortura psicológica. Minha filha não suporta ele, ela fala que ele tem cheiro ruim, (álcool e drogas)Desde já agradeço pela atenção!""""

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

MARIA LUIZA DOS SANTOS
Prezada, antes de tudo temos de ter em mente que o direito de visitas é da filha para com o pai e não o contrário! É que a sociedade não compreendeu bem o 'espírito da lei' quando ela fala em visitas.

No caso, provado para o juiz todos estes imbróglios do pai de sua filha, pode-se requerer uma 'visita assistida' pelo conselho tutelar ou outro órgão que o juiz determinar. Mas veja bem a prova da vida irregular dele deve ser bem provada. O que não pode acontecer jamais é deixar a filha de ver o pai, nem que seja de forma orientada e na presença de um profissional do conselho tutelar.

Para o caso recomendo um excelente e especializado advogado de família. Penso que sem denegrir a imagem do pai sua filha pode ter condições plenas de visita-lo consciente de que os problemas dele não impedem de amar a filha.

O juiz muito certamente, não vai 'impedir' as visitas, mas como eu disse elas podem ser disciplinadas para não afetar a criança.

Jessica Mendes disse...

Ola meu nome é Jessica e eu tenho uma filha de 3 meses, e o pai dela quer leva-la aos sabados as 9 da manhae entregar so no domingo as 18 da tarde, mas ela mama no peito e ele nunca se preocupou,ou participou da minha gestação, sendo ate q ele alega q ela nao é filha dele,e que ate pediu um exame de DNA, o q eu faço ? Devo deixa-lo,posso impedi-lo ? obg desde ja

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Jessica,
O direito de a criança ter a presença do pai é inarredável! ou seja, mão pode ser tolhida a oportunidade de o pai ter consigo a criança.
MAS!!!!! com apenas 3 meses, necessitando de amamentação diária! Não! neste caso não se pode deixar o pai ficar tanto tempo (9 de um dia até 18 de outro) Assim sendo, não recomendo tal visitação em função NÃO DO CARÁTER DO PAI, MAS PELA AMAMENTAÇÃO DA CRIANÇA. Se acaso a questão fica muito complexa pode-se requerer judicialmente que seja disciplinada a visita.

Vanderson disse...

Boa noite Dr. Galvão,

tenho uma filha com 9 meses de idade, tenho dificuldades em visitar ela pois a mãe mudou-se para uma cidade 345 km de onde moro. Devido ao trabalho de segunda a sábado, e minhas condições financeiras, eu só consigo fazer visitas a cada 60 dias, eu poderia ficar com a criança por um período de uma semana ou mais visto que a criança não se alimenta mais de leite materno?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Neste caso recomendo uma ação para disciplinar este tipo de visita que não é comum... entendo que desde que não prejudique as escolas do menor pode ser acatada a sua sugestão.

Anônimo disse...

Boa Noite Galvão! Você poderia me orientar o que fazer? Tenho um filho que completará 5 anos agora em novembro, reconheci a paternidade e pago os alimentos, à cerca de 2 anos, só que a mãe e a criança mora em outra cidadade 800km da minha, a mãe disse que não era para eu ir na casa dela ver o menino, e as visitas não ficou acordada, o juiz falou que pela experiência dele era para a gente se entender, como fica muito caro (passagens + hotel + comida lá), não consigo mais ver o filho, ainda mais que só tenho feriados ou férias de 20 dias. Estou pensando em entrar com processo na justiça pedindo o direito de ficar com ele durante as férias escolares e no mesmo processo pedir a revisão de alimentos, pois qdo foi feito o acordo não tive assistência jurídica, estipulou-se 25% dos meus rendimentos brutos (-IR e -INSS), só que a minha cidade o custo de vida é um dos mais caros do Brasil e a cidadezinha onde ela mora tudo é barato, com isso estou me endividando demais para conseguir pagar tudo, (aluguel, telefone, água, faculdade, etc), o valor que pago para o menino é alto (em torno de 1.000, pensoe que 600,00 (15%) seria o suficiente, pois na época ela estava desempregada e agora está trabalhando) para o padrão de vida dele essse valor é muito dinheiro e é até perigoso eu ser mandado do emprego pois os descontos já estão superando o salário (estou recebendo contracheque negativo), vc vê alguma possibilidade de êxito e como fica a pensão nas férias se o garoto ficar comigo? Fico aguardando sua resposta e sou muito agradecido por vc disponibilizar o espaço tão esclarecedor....

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

ver o meu comentário acima: ação para regulamentar o caso específico.

Anônimo disse...

Bom dia!

Achei o texto bem explicativo.Obrigada pelas informações.Fiquei em duvida quanto a grafia da palavra intenções...como o texto e' bem elaborado,se isso couber correção...ficara perfeito.

Anônimo disse...

Bom dia!
Estou gravida e tenho gravidez de risco. Estou internada a um mes e provavelmente ficarei mais tempo ate o bb nascer.
O pai do bb é usuario de drogas (cocaina).
Durante a minha gravidez me causou e ainda causa alguns transtornos e por isso vou optar por ficar separada dele.
Gostaria muito que minha filha tivesse a convivencia com o pai. Mas nao sei como fazer isso.
É possivel, caso ele aceite, eu passar o fim de semana com a bb na casa dele? Pois sei que minha sogra tbm gostaria muito de ser presente. O meu medo é a questao das drogas sabe, de ele agir sem responsabilidade com a bb.
Fora isso eu permitiria a visita dele sempre que ele puder porem fico insegura de ele fazer tal visita sozinho com a bb.
Seria possivel algum tipo de acordo assim?
E quanto a guardo do bb eu tenho duvidas de como fica.
A familia dele tem melhor condicao financeira, eu tbm tenho condicoes de cuidar claro, e queria saber se pode ser feito algum acordo do tipo, eles me dao alguns dos mantimentos e produtos de higiene roupa e pagam metade dos gastos com convenio e baba/escolinha. Sem precisar assim pagar um valor estipulado
Se puder me esclarecer essas duvidas ficaria muito grata.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

recomendo bastante zelo nestes casos.
o bom será uma ação judicial que regulamente as visitas nas suas particularidades.

Ademilton. disse...

Bom dia Galvão !tenho uma filha de 5 anos e o Juiz liberou a visitacao de 15 em 15 dias,mas tou tendo problemas,pois a mae de minha filha já me impediu de vê-la em um desses finais de semana que era meu.o que faço neste caso?como posso provar para o Juiz que ela me impediu?

Abcs,

Ademilton.

Anônimo disse...

Tenho uma filha de 1 ano e meio e estou gravida de 5 meses onde ele nunca aceitou a gravidez, porém meu ex-marido me abandonou, no qual me forçou a entregar o apartamento onde morávamos pois era de aluguel e ele que pagava, com isso voltei pra casa da minha mae. Porém nossa separação se deu durante uma traição por parte dele, gostaria de saber se existe alguma lei onde eu consiga pedir uma idenização por danos morais e pelos gastos que fiz com o casamento, no qual durou apenas 1 ano e 3 meses. Posso também abrir mão da pensão alimenticía para impedir com q ele tenha contato com os filhos?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Prezada, antes de qualquer coisa digo que pensão e visitas são institutos diferentes, ou seja, não adianta abrir mão da pensão já que o direito de a criança estar com o pai não será alterado.
Indenização e outros pedidos podem ser efetuados em face do pai, dependerá da análise do juiz no caso dar ou não a vitória.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Ademilton: nestes casos recomendo um Boletim de Ocorrência ou a convocação de testemunhas.

Mariane disse...

estou em processo de separação.e meu ex marido quer levar nosso filho de 10 meses para passar o final de semana com ele! não acho isso responsável, pois o bebe so esta acostumando comigo,e acho tbm muito perigoso, pois ele ainda é mto novinho, cheio de limitações e dependencias, as quais o pai não poderá suprir...ele quer levar o bebe mesmo assim, o que eu faço? obrigado

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Mariane:
estabelecida a visita ocorre uma "transferência temporária" da guarda do menor para o pai.
Veja bem, contigo - em sua guarda - você pode levar a criança onde bem entender.... assim também o será com o pai. Direitos iguais....
No caso de se perceber que está ocorrendo algum prejuízo real para o menor, deverá o fato ser comunicado ao juízo para verificação das condições das visitas.
Quanto as limitações e dependências do menor, recomendo entregar ao pai um recado com as necessidades da criança: horário de mamadeiras, horários dos remédios; e entregar os remédios ao pai; tipo de alimentos que não se pode dar para o caso de alergias; etc etc... um recado por escrito vale para prevenir o pai destas questões....

romulo disse...

Tenho uma filha de 13 anos, so fiquei sabendo em janeiro atraves de DNA, desde o exame eu so quero ajudar minha filha, mais a mãe proibe ela de me visitar, e agora nas ferias gostaria muito que ela viesse passar as ferias comigo e ela quer muito, mais a mãe não deixa, o que devo fazer, obrigado pela atenção

Iza disse...

Bom Dia Dr. Galvão,

Meu caso é o seguinte, morava na casa dos fundos da minha sogra, estava amigada a 6 anos com meu ex-marido e nesse tempo tivemos um filho que hj está com 02anos e 09meses; Fui embora de casa pois meu ex bebia e a cada ano que passava bebia mais e ficava mais violento, arremeçava ventilador contra parede, chutava a porta se caso chegava de madrugada e não conseguia destrancar a porta, enfim era horrível; Descide ir embora quando estava ajoelhada colocando o sapato no meu filho e ele chegou bebado e me empurrou e caí sentada. Fiquei com medo que poderia ficar pior e começar a bater em mim. Isso já faz 03 meses que estou morando na casa da minha mãe.
Pergunta: Posso estipular a visita é correto? Penso assim ele pode pegar o filho todo sábado as 14h e ficar até as 17h. Não quero deixar mais q isso pois me preocupo com o filho pois não sabe se defender sozinho. Ele diz que estou errada que vai botar na justiça e tudo mais e sou completamente leiga nesse assunto.
Aguardo, Desculpe acho que escrevi demais,
Att
Iza.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Iza...
A regulamentação de visitas deve obedecer ponderações que não sejam malévolas ao menor.
parabens por admitir as visitas do pai ao filho! este período que vc sugere é muito bom... penso que na justiça vc será feliz na estipulação deste horário.. boa sorte!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Rômulo: na justiça voce terá a oportunidade de visitas... deve entar logo e pedir uma liminar.. sera vitorioso! boa sorte

Igreja Pentecostal A chama do Avivamento disse...

estive lendo o seu artigo vi o que foi dito por pais que bebem,no dia do nosso acordo ele teve como direito ficar um fim de semana com ela em 15 em 15 dia e pagar 30% mas ele teria que vir pessoalmente pegar a criança para que eu vesse se ele estava em condições de leva-la e também trazer por seu caso de bebida que expus ao juiz se tornar uma pessoa totalmente irresponsável, pensão nunca pagou direito sempre picada alguns meses no ano sempre chega depois que bebeu ou com citomas de embriagues estou com problemas com a mãe dele tem os mesmos defeitos do filho e quer ter direito de buscar minha filha sou divorciada 8 anos batalhando para educar e cuidar de minha filha praticamente sem auxilio deles ,não por egoismo meu medo e da irresponsabilidade por sabe de seu atos mesmo assim tenho que ceder a tudo isso ?Mas o juiz na época tinha me falado que ele chegasse bêbado não poderia leva-la o que posso fazer nesta situação já ocorreu da avo veio buscar falando que ele tava doente e ele não estar em casa e levar minha filha para outro lugar e deixar la me auxilie por favor urgência

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Igreja Petencostal: Recomendo que quando o pai for buscar a criança e ele estiver bebado, chamar a polícia e fazer um Boletim de Ocorrência.
o fato de ele beber, não pagar a pensão, não interfere no direito de ele ter a criança com ele. A final, é pai! Mas creio ser muita responsabilidade sua a constatação do alcoolismo dele. isto poderá gerar conflitos no futuro. De fato melhor que a avó e avô peguem a criança. é bom a criança saber o pai que tem pelos olhos dela e não pelas nossas falas que podem ser corrompidas! No futuro a criança, por si mesma, irá decidir se quer ou não ir com o pai, mas tudo isto sem influencias nossas!

Anônimo disse...

Ola Doutor Galvão venho lhe fazer uma observação sobre meu caso agradeceria se me responde-se em detalhes..!

Tive um relacionamento rapido e nisto ela ficou gravida, levei ela pra minha casa e comecei planejar as coisas qnd ela estava de 6 meses ela foi embora. Agora minha filha esta com 3 meses queria saber se tenho o direito de pegar minha filha e trazer ela para minha casa..? Obs: ela ja não mama + no peito!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Anônimo: providencie a regulamentação da guarda em seu nome o mais rápido possível!
Com o abandono do lar por mais de 2 anos é possível que a criança tenha laços suficientes para que o juiz defira a guarda para você.

Anônimo disse...

BOA NOITE TENHO UMA FILHA DE 1ANO E 2MESES.
PAGO PENSÃO SÓ QUE QUANDO EU MORAVA PERTO DELAS TODOS DIAS FICAVA COM ELA NA MINHA CASA.SÓ QUE AGORA FUI TRABALHAR EM OUTRO ESTADO QUANDO VOU VISITAR A MÃE NÃO DEIXA E A MINHA MUITO TRISTE SÓ QUE A MÃE NÃO TEM A GUARDA EXCLUSIVA O DEVO FAZER

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filha de 1a e 2m:
No caso a regulamentação de visitas é a medida mais fácil e recomendada para o caso.
recomendo requerer ao juízo: determinar que nos dias de vinda sua a proximidade de sua filha vc a tenha exclusivamente contigo. nesta idade já penso que poderá passear com o pai até mesmo para outro estado se acaso existir boa afinidade entre p ai e filha!

Anônimo disse...

Boa Tarde!!!!
Gostaria de nao me identificar, Ronaldo Galvão...
Meu esposo tem uma filha de dois anos a qual a mae deixou em sua guarda e foi feito um acordo de que ela pegaria a menina dia sim dia nao e final de semana sim semana não e como ela trabalha tem dias que pega a menina na parte da manha e outros na parte da tarde devolvendo anoite e nos finais de semana ela pega no sabado as ¨16:oo e agente tem que buscar as 06:00 da manha e isso ja esta causando um desconforto pois sempre muda os horarios nao podemos ter uma rotinacom a criança e como eu que cuido fico sem saber o que é o certo pois acho que nessa divisão a cabeça da menina fica confusa ela aprende de pequena a nao ter horario pra nada sugeri que a mae pegue a crianças apenas nos dias de suas folga que seria uma vez na semana e a cada quinze dias duas na semana e um final de semana por mes gostaria de saber se estamos de acordo com a lei

Diego Schmidt disse...

Olá Boa Noite! Tenho um filho de 4 anos e meio! Ele sempre veio comigo mas de seis meses pra cá eu vou na casa da mãe busca-lo ele brinca comigo mas não quer sair da casa! Eu e a mãe dela não temos boa relação, ela não quer me ver! Somos separados desde o inicio porém ficavamos no vai e volta e a seis meses disse que não queria mais essa situação! Pedi para o pai dela trazer ele em casa para ver se distraindo ele ficava aqui mas eles não querem ajudar! Até em psicologo estou indo para ver como melhorar a situação mas judicialmente como poderia agir?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Diego Schmidt:
parece tratar de um caso clássico de 'alienação parental', ou seja, quando a mãe "faz a cabeça" da criança contra o pai.
a propósito recomendo ver o documentário "a morte inventada".
Para o caso deverá ser requerido judicialmente uma regulamentação da visita.
tenho sugerido que um dvd com este filme seja juntado ao processo para que os magistrados pensem melhor em casos são tristes como estes seu!
boa sorte!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

não identificado:
Boa Tarde!!!!
Querida, veja os comentários dos meus leitores nesta página! Creio que sua situação ainda está interessante, pois, pelo menos a criança está com bom trânsito vendo o pai e a mãe!
no caso em recomendo ações estratégicas bem parcimoniosas para adequar melhor sua situação!
seria interessante um psicólogo para vc e seu esposo para poderem 'armar' ritos de ação contra a mae da criança e assim terem de forma super tranquila a regulamentação da visita.
os psicólogos são mestres excelentes para estas situações, eles conseguem recomendar boas ações para nós agirmos com os outros e deles receber o que precisamos.
de fato o psicólogo não é para tratamento nosso hehehe mas da outra parte que jamais admitiria um 'corretivo' direto.
não recomendo o poder judiciário já que a situação - como eu já disse - está muito boa. pois não há negativa de visitas, apenas uma discrepância de horários.
sorte. obrigado pela confiança

Carla machado disse...

Boa noite Ronaldo

Um Pai que durante a gestação de seu filho nunca deu assistencia alguma a este Bebe nem a mãe nem nunca ligou para sequer saber se a gestante precisava de algo para que as dificuldades de saúde fossem amenizadas com algum remédio ou um pacote de fraldas terá direito futuramente a visitas a esta criança? Mesmo eu não querendo que o meu filho seja registrado por esta pessoa doente que o chamou de demonio, me xingou, desejou que eu perdesse o BB e que tem um perfil pscológico dado a perveção sexual por conteúdos pornográficos, também sendo um alcolátra,com pseudolalia,acha que é garotão de 25 anos e tem 45 até nisso mentiu pra mim, me fez acreditar que era um pouco mais novo. Mente tanto que eu não sei se era verdade. Ainda estou gravida e lhe perguntei se iria registrar meu filho mais por imposição da sociedade pois não quero nada deste monstro, nem dinheiro, nem o seu nome,até os seu filhos do primeiro casamento rejeitaram a ideia de um irmão. esse homem tem direito a meu filho? Se ele registrar o que não quero posso pedir visita assistida?Tenho medo deste homem, tenho nojo e o despreso.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Carla Machado:
problema! não é direito de pai registrar filho ou de mãe recusar o assentamento na certidão! O DIREITO É DA CRIANÇA e público! Há atualmente um movimento no poder judiciário para registro de todos os pais nas certidões dos filhos, certo que um dia você será chamada a fazer isto! então... conforme-se com esta questão.
quando as visitas assistidas é possível sim que ocorram, para tal deverá ser contratado um advogado especialista neste sentido já que é muito complicada a prova a ser feita contra o pai neste momento.

Mariana disse...

Dr. Ronaldo. Me separei porque meu marido é alcoolatra e chegou a me agredir. Minha filha está com 3 meses e eu moro num apto o qual ele ainda divide os custos comigo, porém acha que pode vir visita-la quando tem vontade, pois ele está morando com o pai à duas ruas da minha residência. Ao mesmo tempo que quero incentivar a convivencia de pai e filha, tenho medo de quando ele possa leva-la, pois ele fica agressivo quando bebe. Legalmente, quais são os direitos e deveres deste pai?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

o pai tem o dever de visitar os filhos, já que o DIREITO é da criança ter o pai consigo. Recomendo que as visitas sejam bem tranquilas, havendo receio que ele fique novamente "agressivo", se faça uma regulamentação das visitas de forma que ele tenha hora e dia certo de ver a criança.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

o pai tem o dever de visitar os filhos, já que o DIREITO é da criança ter o pai consigo. Recomendo que as visitas sejam bem tranquilas, havendo receio que ele fique novamente "agressivo", se faça uma regulamentação das visitas de forma que ele tenha hora e dia certo de ver a criança.

Anônimo disse...

meu marido saiu de casa a tres meses. há um mes descobri que ele tinha uma amante durante 2 anos. tenho 3 filhos com ele. os meninos nao sabrem da existencia dela e na ultima sexta ele os levou dormir na casa da amante. ele pode fazer isso? tem tal direito? mesmo sem ser separado legalmente? nao seria um ato constrangedor aos filhos?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

é necessário no atual mundo e na educação dos filhos que eles compreendam a possibilidade de os pais separados seguirem seus rumos com as pessoas que os façam felizes e que os filhos compartilhem desta felicidade. certo que o namorado da mãe também terá contato com as crianças tal qual a namorada do pai. vejo como sendo os filhos compartilhando da alegria dos pais!

Daniella disse...

Oi Dr. Ronaldo. Meu nome é Daniella. Fui casada por mais de 8 anos e com 7 anos de casamento, programamos um filho. Era delegada de polícia, pedi exoneração do meu cargo grávida de 1 mês e meio porque trabalhava num Estado e meu marido, médico, trabalhava em outro. Aos 4 meses de nascido, meu marido arrumou uma amante e com 8 meses, nos separamos. Nosso processo foi litigioso, tendo chegado a um acordo ao final, tendo ele o direito a passar uma noite por mês com meu filho, que hoje tem 3 anos. Ocorre que ele não é presente, não liga, não procura e quando vem, fica num hotel e dá comida para a criança as 15:30h, não dá janta, quando dá, é comida gelada, enfim... Nunca o proibi de visitar a criança, mas ele está levando uma vida desregrada, estando na 3ª pessoa fixa após a nossa separação, que tem dois anos e não satisfeito em me humilhar em todos os sentidos, agora ele cismou de querer sair com o menino e essa nova namorada. desde que arrumou essa mulher, ele que normalmente visita o filho uma vez por mês, abriu mão de visitá-lo nos ultimos 3 meses e eu fui ao Estado em que ele mora e por consideração, telefonei. Ele foi ver o filho e no final de semana seguinte, queria pegar o menino. Só que eu não autorizei porque ele estava acompanhado dessa nova namorada e eu não concordo com essas visitas, porque meu filho é pequeno, tem apenas 3 anos e nao tem maturidade para ver que cada dia, o pai aparece com uma mulher diferente na vida da criança. ficou então combinado que ele veria o menino na casa em que eu estava e para ele ficar mais a vontade, eu me retirei do local. Porém, na primeira oportunidade que teve, ele "fugiu" com a criança. Levou o menino na casa da irmã, para pegar a tal namorada, foi ao Shopping comprar presente pro menino, coisa que ele nunca fez, devolveu a namorada e apareceu de volta com a criança quando eu disse que ia registrar uma ocorrência, porque a guarda era minha, não era o final dele de visitação e ele não tinha o direito de fazer o que fez.
Gostaria de saber se há alguma possibilidade de impedir que ele veja meu filho com essas mulheres, pois não acho isso algo produtivo para a cabeça da criança.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

DANIELA: pouco provável, mas não impossível a sua pretensão.
Explico: a criança poderá adquirir maturidade suficiente para entender a separação dos pais e as tentativas de reconstrução de vida de um e outro, mesmo porque um argumento que será utilizado é a SUA oportunidade de reconstrução de vida com outro homem do qual seu filho participará.
O contraponto surge no momento que ficar provado que estas mulheres - namoradas - do pai realmente são prejudiciais.
como definir: numa ação de regulamentação de visitas com estudo social incluindo a namorada do pai poderá provar isto.
Entendo que bons quesitos aos conselhos tutelares que tratarão da espécie e aos psicólogos poderão contribuir muito.
sorte
Obrigado pela confiança

Karoline disse...

Bom dia Ronaldo, tire uma duvida por gentileza.
Estou namorando um rapaz que tem um filho de 5 anos com uma moça de outra cidade que é mais de 200kl de distancia.
Ela não aceita que ele estaja namorando e impediu de visitar o filho. O menino tem avós e tios na cidade do pai e ela não permite que a criança passe nenhum dia junto com a familia do pai, por conta da namorada.
O que ele deve fazer? entrar na justiça e pedir visitação, mesmo sendo 1 final de semana por mes.. por conta da distancia não seria todo final de semana.
E mesmo assim ela consegue continuar impedindo.
Ela afirmou que está fazendo a cabeça da criança contra o pai, para que ele não queira mais ver o pai.
A mãe é uma pessoa de má índole e nem condições de criar a criança tem.. pois nem trabalha e vive só com a pensão do pai e deixa a criança sempre com a mãe dela para continuar sua vida de solteira.
Convém ao pai pedi a guarda da criança, ou só a visitação?
todo gasto da criança é paga pelo pai inclusive escola.
agradeço um retorno.


Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Karoline:

Para o caso recomendo a regulamentação da visita. e que esta visita seja quinzenal ou mensal, MAS se mensal com a oportunidade de o pai ter a criança consigo pelo maior período possível: de sabado cedo ou sexta a tarde (depois da escolinha) até domingo a noite ou segunda (antes da escolinha), como forma de compensar as poucas visitas.

Joana P. disse...

Boa tarde, Ronaldo.
Parabéns pelo excelente blog!
São dicas e conselhos imprescendíveis!

Gostaria então, de pedir um conselho. Meu noivo tem um bebê de quatro meses com outra mulher.
Até então não tinha nenhum problema com as visitas. Há alguns dias porém, ela proibiu ele de tirar o bebê de casa, porque não quer que o menino tenha contato comigo. Eu jamais faria mal à criança e evito qualquer tipo de contato com ela, para não criar confusão. Mesmo assim, ela não deixa que o bebê saia de casa com o pai. Sendo assim, os parentes por parte de pai, como avós, também ficam sem ter o contato com a criança.

Lembrando que o menino já mama na mamadeira e começa, a partir de agora, a comer frutas e papinhas. O pai cumpre com as obrigações de pensão normalmente.

O que seria indicado nesse caso? Existe alguma Lei que o obrigue a ficar em casa? Ele deveria entrar com uma ação pedindo o direito de passear com o menino?
Obrigada!!!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Joana P.:
Requerer a regulamentação de visitas.
creio que tal medida já é o suficientemente boa para o pai ter a criança consigo.

Anônimo disse...

Boa noite Dr. Galvão, encontrei o blog através do Google e gostaria de parabeniza-lo pelas informações aqui descritas.Sou uma leiga em qq assunto familiar, mas busco muito me informar sobre os assuntos.
Gostaria muito de uma orientação, meu marido teve uma filha fora do nosso casamento que hoje tem 7 meses de idade, desde os 2 meses ela frequenta nossa casa, convive com toda a familia paterna.Desde os 2 meses ele entrou com o pedido para reconhecimento de paternidade, mesmo não solicitando um DNA, uma vez que concorda que teve algumas relações com a mae da criança,mesmo sem uma regulamentação de pensão, quando a mulher gravida no final da gestação ajudou com enxoval, apos o nascimento, continuo ajudando financeiramente por livre vontade.Logo mas solicitou a mae que entrasse com o pedido de regulamentação da pensão para que ficasse tudo acordado judicialmente, visto que hoje é o melhor caminho para bem estar da criança.Enfim, ele nunca se recusou em nada a suprir as necessidades, mas agora apos a mae ter entrar com o pedido de pensão, ela começou a querer "bloquear" o tempo de visita.Nos ultimos meses apos ela já estar se alimentando no almoço e jantar com papinhas, estavamos buscando as 10 e retorando as 20.00, ou 21:00, ja que tanto eu como meu marido, achamos importante a participaçao dele na rotina de alimentação, banhos, passeios, visitas aos familiares.Mas como não tem visitas regulmamentadas a mae disse que acha muito tempo ele pegar a nenem as 10 e levar as 20, mas na verdade tal atitude deve-se porque a pensão ainda não tinha sido regulamentada, e ele não pagou 1 mes anterior espontaneamente, ja que seria judicial descontado em folha.Gostaria de saber como agir nessa questão? A mae esta usando a criança, tem pensão tem mais direitos, não da o que eu quero não visita? Em uma regulamentação de visitas, continuarimos com esse ritmo? Temos muita fotos , e também testemunhas de que a nenem fica muito bem sem necessitar dos cuidados maternos.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Entendo que a regulamentação é o melhor caminho a se percorrer. tudo está muito bom.. apenas umas arestas devem ser aparadas... a regulamentaçaõ de forma bem conversada e tranquila entre as parte será o melhor caminho.

Anônimo disse...

Boa noite. Tenho um filho de 8 anos e morei com o pai dele até seus 7 meses de idade. Ele quase nunca viu o filho e já faz 2 anos que não o procura. Há quatro anos atrás foi decidido pelo juiz a regulamentação da visita e da pensão. Só que ele nunca cumpriu a visitação. Dizia que vinha e não aparecia, até que deixou de pegar. Agora reseolveu baixar a pensão e pediu guarda compartilhada provavelmente pra não pagar a pensão. Hoje chegou uma intimação que só foi deferida a correção da pensão. Vou recorrer, mas meu filho nunca teve ligação afetiva com ele e disse que não vai! Alguém pode leva-lo a força?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Não é bem "leva-lo a força" mas fazer cumprir a visita.
MAs de tudo cabe recursos.
Recomendo o seu advogado que seja rigoroso nisto, mas certo que visitar, visita!

Lizia Arraes disse...

Bom Dia Ronaldo, gostaria de saber quanto a visitas livre? eu posso dormir com minha filha quando eu quiser? ou tenho q ter a autorização do pai para com que isso aconteça mesmo tendo visitas livre estipuladas em acordo judicial, sem datas e dias? Obrigada

Lizia Arraes disse...

Olá Ronaldo,

Quanto a visitas livres que tenho a minha filha, posso dormir com ela quando eu quero? Fico o final de semana com ela, e dia de semana quero as vezes estar com ela tambem, mais o pai dela não autoriza dia de semana, mesmo com visitas livres e sem data e horarios para ver minha filha, preciso da autorização dele para dormir com ela dia de semana?
Obrigada

leandro disse...

Boa tarde...Não sei se é aqui que posso compartilhar , me separei recentemente e a mulher está dificultando as visitas além disso está induzindo a criança contra mim...outra dúvida , até que idade a criança pode passar o final de semana todo comigo sem a intervenção da mulher?


Obrigado!

Carla disse...

Oi Ronaldo Bom dia peço sua orientação estou em desespero. Meu nome é Carla tenho uma filha que hoje tem 2 anos e 3 meses. Tive um relacionamento com o pai dela durante anos nunca brigamos ao engravidar ele quis que eu tirasse ela. eu não aceitei. Descobri tarde pois estava tomando muitos antinioticos porque na epoca estava doente e por isso ele se aproveito do fato de talvez ela nascer com problemas e queria me induzir a tira la. Briguei com ele e durante a gravidez ele nunca apoio a filha e foi so isso que eu pedi a ele pedi e implorei. Enfrentei tudo sozinha tive que conta a mae dele pois nem isso ele quis. Não me ajudo em nada mesmo assim eu mandava noticias a ele por email sobre a gravidez pedia a ele opniao dele ate sobre o nome tentava faze ele participar da vida dele e ele sempre rejeito qualquer aproximação ele e a familia dele. Mas eu nunca desisti de ter ele do lado dela acompanhando seu crescimento. Como pai somente dele. Quando ela nasceu a tive sozinha ele nem quis conhecer só conheceu ela com 15 dias porque tinhamos que registra la. Sempre desde quando descobri dela a unica coisa que pedia era, apoio, amor carinho e ele nego. Quando passava perto dele gravida ou com ela pequena ele virava a cara pra mim na rua, ele passava de carro com a familia e as vezes sozinho e todos vingiam que nem me conhecia nunca procuraram sabe nada dela ou se ela precisava de algo. A mãe dele a conheceu com 4 meses porque eu vi ela na rua e a apresentei a neta e o pai dele conheceu ela com 9 meses pois eu levei ela la. Eles moram a duas ruas da minha mas nunca se importaram para ve ou pegar ela. descobri um tempo depois que ele tinha engravidado outra menina e feito o mesmo que fez comigo. Passei a pedi então a implorar que ele aceitasse os dois filhos. Pois filho são bençãos e que eles iriam somar muito na vida dele. Mas foi em vão. Mas eu não desisti mesmo com tudo mandava foto para ele acompanhar o crescimento dela, mandava noticias , msgs com conselhos falando que ela precisava do apoio e amor dele e o outro filho tbm. Mas nada.Nesse tempo ele nunca ajudo em nada e eu me humilhava pedindo ajuda dele e ele ajudava com e qndo queria. O tempo passo e ela com 2 anos ele passo do nada a se aproxima dela eu estranhei de mais mas deixei pois achei que ele queria mudar. Ele ego ela aqui algumas vezes mas eu estranha porque isso era a cada dois tres meses mesmo ele morando perto. Pegava ela por minutos. Ela comeco a se apegar a mae dele a ele não sempre ia com ele aos berros meu coração doia mas eu deixava porque achava que era por não ter custume mas que com o tempo isso ia passar mas não passo. Ele vinha a cada tres meses e pegava ela mas não queria nem sabe se ela precisava de algo. Deixo ela sem as coisas varias vezes e sabendo que eu não tinha como comprar. Deixo ela sem fralda, doente. Pedi ele uma vez que dormisse com ela pq minha casa seria detetizada e ele não quis deixo ela dormi no meio de veneno e falo que se ela passasse mal era so eu leva ela em um hospital. Aquilo foi o mesmo que ele me da uma porrada. A pouco descobri que ele so começo a pega ela para aparecer para a familia dele e para fazer uma mulher que havia terminado com ele quando descobriu que ele abandonou os filhos a fazer volta para ele. Mas logo que ele conseguiu fazer essa mulher voltar para ele deixo ela aqui jogada, doente e sem querer sabe se ela tava bem ou se tinha o que comer. depois disso tudo lutando a guase 3 anos deicidi me afastar. Não quero que ele use a minha filha e largue depois ela aqui como se ela fosse um objeto. Mas e complicado porque não tenho condições de cria la sozinha. Ganho pouco e ate fome passo em meu emprego porque vendo meu visa vale para pode dar as coisas de come dela. Me anulei porque meu salario não da para nos duas. Nem em casa eu ajudo mais por não ter condições e ela é minha prioridade. Mas e muito triste ter que escolher um mes compra uma roupa, no outro um sapato, no outro as coisas dela comer direito. Ter que privar ela e sabe que ela não precisava passar por isso e nem eu se

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

VISITAS LIVRES:
Ocorrendo estipulação neste sentido o bom acordo entre os pais vai definis estas questões.
é recomendável que a criança tenha a oportunidade de dormir uma vez e outra (não sempre) com um dos pais.
mas ocorrendo conflitos a justiça deverá ser procurada

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

LEANDRO
a alienação parental é possível de ser constatada através de uma perícia psicológica na criança. constatado isto o juiz decidirá a melhor forma das visitações e orientações a criança para ter um dos pais sem que o outro "aliene' a criança.
Idade para ficar ausente: após a criança não estar mais amamentando, é permitido que ela fique com o pai e possa - inclusive - passar noites com ele.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

CARLA:
interessante situação: o cidadão vem, faz o filho de some! não é raro isto!
RECOMENDO: se o pai nao tem muito interesse, ou como no seu caso naõ demonstra algum... meu Deus... o que fazer? enfiar a criança goela abaixo nele?! não não pode! o amor paterno não é algo que faremos brotar nos pais.. isto vem deles mesmos e das iniciativas que tomam no seu dia-a-dia. No seu caso a falta de interesse do pai é total! não "forçe a barra!".
Deixe fluir bem apenas as boas iniciativas paternas, ele ja´sabe que vc quer que ele assuma e tnha a criança como filho (de direito e de fato) dele. agora competirá a ele tomar as iniciativas. se acaso não tomar... é um pai ausente, não merece ter o filho com ele mesmo. que ele tome o rumo que achar melhor na vida dele e você faça o mesmo e desta vez acerte um bom homem para estar a seu lado e assumir o referencial paterno de seu filho.
em ultimo caso, uma ação de alimentos para o sustento do filho que gerou.

Anônimo disse...

Boa tarde!!! Visto que as postagem esclarecem muitas dúvidas, gostaria de pedir uma informação. Meu irmão tem 31 anos e foi pai aos 21 anos. Na época esteve com sua companheira durante toda a gravidez até a criança completar 8 meses, nunca moraram juntos. Infrentou sérios problemas com o término do relacionamento, respondeu processos por infrações de transito e teve depressão. Se afastou da mãe da criança e do filho durante anos, se limitando apenas em visitas breves, casualmente. Há dois anos tenta se aproximar e começou a pagar o valor de 370 reais da escola da criança. A criança vem pra casa dos meus pais quando a mãe deixa. E a um mês não vem mais. Diante da dificuldade de ter o convívio do filho, procurou um advogado para regularizar a pensão (ela nunca requereu) e as visitas. Por favor gostaria de saber o que pode impedir um PAI de ter o convívio com os filhos?

Anônimo disse...

oimeu nome e rose gostaria de informação sou amigada e meu marido tem uma filha coma ex de 3 anos e juntos temos uma de 6 meses meu marido paga 30% doo salario bruto mais agora agente tem uma bebe que da muito gasto oq se pode fazer nessa situaçao e se eu for ate ojuiz oq acha q ele fara

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

a justiça entende que, quando seu esposo formou uma nova família ele já sabia dos gastos e responsabilidades com a familia (filho) anterior. assim sendo, é complexo reduzir a pensão sob este argumento apenas.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

sobre o segundo post acima:
nada pode impedir que um pai veja seu filho, a não ser graves comprovações e decisão judicial de comportamento paterno inadequado. na sua narrativa não percebi nenhum malefício de o pai estar com o filho.
estando já em mãos de advogado fico feliz ao saber que as visitas serão regulamentadas e pai e filho poderão ter seus momentos juntos

Anônimo disse...

Tenho 02 filhos com o meu ex marido sendo um menino de 1 ano e 2meses e a menina de 4 anos. ele tem visitas alternadas nos finais de semana e 1 dia na semana pega as crianças durante 2 horas. Agora ele quer ficar com as crianças durante o periodo de ferias. gostaria de saber se essas idades tem esse direito ou seria somente com as crianças acima de 7 anos?posso impedi-lo? Alegando que as crianças nunca dormiram longe de casa? Principalmente depois da separeção que eles dormem comigo.

Anônimo disse...

Boa Tarde
Numa pesquisa na internet sobre visita dos pais encontrei este post sobre guarda e visita.
E gostaria de saber como proceder em meu caso, pois o meu caso esta cada dia ficando pior. então vamos la, me separe ha 2 anos, e nisto se transformou numa briga judicial de pagamento de pensao alimentcia por 1 ano e meio, no qual o pai nunca deu nenhum tipo de ajuda financeira, durante 6 meses sumia para viagens com uma menor no qual ate hj tem esse relacionamento. Depois de 6 meses, foi estipulado judicialmente as visitas, no qual tb ele não cumpria e aparecia qdo queria, trazendo frustraçoes aos meus filhos, um 8 anos e outro 3 anos, mesmo assim nunca neguei tal visita tentando dar o melhor para os meninos. No entanto ha alguns meses atraz, a menor que vive com o pai deles agrediu meu filho maior, e mediante a isto tomei a providencia de fazer BO contra a menor pois meu filho passou ate por corpo e delito, mas mesmo assim deixei meus filhos irem as visita. Acontece que ultimamente ele ainda aparece qdo quer, nao comparece nos dias estipulados, sendo a visita de terça e quinta das 17:00 e quinzenalmente fim de semana, e mesmo assim nao comparece. E ultimamente nas ferias dos menores o deixei ficar 1 semana com os meninos na casa da avó paterna, e durante esses dias nao tive nenhum contato com meus filhos, nem ao fone, pois se negavam a me dar informações e nao atendiam telefone, e por minha surpresa ele nao trouxe meus filhos na data estipulada para retorno e além disso atraves da avo fiquei sabendo que esta em outra cidade, isto é, na casa da menor. Minha duvida é, ele pode viajar com meus filhos sem meu consentimento, mesmo estando em visita, e esconder tal viagem, isto é , viajar escondido??...No caso de nao me devolver os meninos na data certa posso fazer BO de sequestro de incapaz ou busca apreensão de menores??..E como ele nao cumpre a visita como devido posso solicitar suspensão na visita, pois o mesmo esta atrapalhando a escola dos meninos com horario errados e inoportunos de entrega, pois os meninos estudam de manha.
Grata

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

do dia 11/01?
O que está acontecendo,a meu sentir, são visitas "livres" ou seja, não há uma regulamentação severa. Isto parece ser interessante pois os filhos podem solicitar a visita do pai, e o pai ter os filhos em melhores conformidades; ademais a mae fica mais tempo com os filhos e lhe pode dar uma melhor educação.
Penso que um bom diálogo poderá resolver a questão das aulas: conversar com o pai para nao prejudicar as aulas dos filhos. parece ser o único e mais grave incômodo. quanto a ele não devolver nos dias certos, observo que as determinações judiciais não são seguidas a rigor, e o casal fica com mais liberdade e os filhos mais sossegados.
um bom diálogo entre o filho maior e o pai resolve facilmente esta questão.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

comentário do dia 09/01:
após a criança não mais amamentar e apenas estar se alimentando de papinhas ou mamadeira somente, penso que o pai pode retirar a criança por mais tempo. a menorzinha de apenas um ano, ainda é um risco deixar sozinha com o pai que não tem habilidade no trato com crianças de tão pouca idade, ja maior já pode passar férias mais longas com o pai, sem problemas.

Anônimo disse...

Bom dia
Dr,Minha esposa saiu de casa levando minha filha de 2anos de idade, dizendo q ia na casa da mãe mais na verdade ela foi morar com o amante na casa dele com minha filha e não voltou mais para nossa casa eu não sei aonde minha filha esta morando, ela levo tbm meu carro e deixou o dela em casa,depois em dezembro ela mando um caminhão pra busca moveis da minha filha e moveis q ela acha q e dela, somos casados no papel, isto tudo aconteceu em novembro e ta ate hj deste jeito eu visito minha filha quando ela leva ela na casa de minha mãe, quando ligo ela não atende nem pra destroca os carros e me devolve coisas pessoais que estavam em alguns moveis levados, eu tive q devolve a casa alugada arca com multa do aluguel tudo sozinho, ela pode faze tudo isso com minha filha de dois anos minha filha me ama só pergunta de mim, um dia minha filha mora comigo depois no outro dia esta morando na casa do amante da mãe e o psicológico da minha filha. Pode tudo isso, por ela ser a mãe ela pode faze tudo que ela que?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

31/01/13 Dr,Minha esposa saiu de casa levando minha filha de 2anos de idade
Prezado,
no caso recomendo a contratação urgente de um bom advogado especializado no direito de família. A sua ex-esposa agiu de forma totalmente errada! Isto não fará perdas ou ganhos de direitos para um ou outro, mas penso que você entra no processo com certo favoritismo em função das atrapalhadas que ela aprontou.
Troca de carros é possível.
Devolução do que foi levado de seu uso pessoal e lhe pertence.
Regulamentação das visitas é necessário e imperioso.
judicialmente sua situação será facilmente resolvida.

Laiza disse...

ronaldo tenho uma filha de 3anos em 2010 entrei com processo para pedido de pensao foi feito um acordo referente o valor e a visita ficou livre para o pai da criança, ele passava varios meses sem ver a criança, ele casou com outra mulher e depois disso pegou a criança apenas duas vezes eu tive problemas com a atual mulher, e disse a ele q poderia continuar a ver a milha filha desde que nao levasse para casa dele por causa dessa mulher , mas depois disse ele nao me procurou mais para ver a filha, agora fiquei sabendo q ele entrou com um processo alegando q eu estou proibindo ele de ver a filha, mas ainda nao fui chamada para nenhuma audiencia, nesse caso oq devo fazer?

Laiza disse...

ronaldo tenho uma filha de 3anos em 2010 entrei com processo para pedido de pensao foi feito um acordo referente o valor e a visita ficou livre para o pai da criança, ele passava varios meses sem ver a criança, ele casou com outra mulher e depois disso pegou a criança apenas duas vezes eu tive problemas com a atual mulher, e disse a ele q poderia continuar a ver a milha filha desde que nao levasse para casa dele por causa dessa mulher , mas depois disse ele nao me procurou mais para ver a filha, agora fiquei sabendo q ele entrou com um processo alegando q eu estou proibindo ele de ver a filha, mas ainda nao fui chamada para nenhuma audiencia, nesse caso oq devo fazer?

samy disse...

Boa noite Dr. Galvão preciso de uma orientação.
Me separei há 4 meses do pai do meu filho,ele quer pegar meu filho na sexta a noite e devolver no domingo, mas meu filho tem 1 ano e 7 meses e ainda o amamento ele ainda e um bebe, nao quero impedir de ver meu filho, mas nao tem cabimento ele ter que largar de mamar só porque o "pai" dele quer ele é muito apegado a mim e nem esta lembrando que tem um pai, ja que ele nem o viu mais, tenho medo de ele ficar doente sem mim tanto tempo e sem mamar e ele nao ter paciencia com o menino,ja que ele so quer meu colo sempre e nao vai com mais ninguem, me ajude por favor, nao quero que meu filho pague por uma infidelidade do "pai", ha e alem disso ele ganha mais de mil reais e apresentou um holerit de 700 nao sei como conseguiu, mas so fez isso para pagar pensao mais baixa, meu filho ainda usa fraldas e queria saber se tem algo que possa fazer para conseguir oque é justo para meu filho.
obrigada desde ja pela atenção.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

SAMY
Prezada, durante a amamentação o pai não pode ter o filho consigo por tanto tempo. trata-se de uma questão de bem estar da saúde do menor.
MAS estando o menor com 1ano e 6 meses certo que já já ele para de amamentar...
e então O PAI PODERÁ TER O FILHO CONSIGO. penso que uma verificação bem orientada através de uma perícia efetuada por psicólogos e assistentes sociais fará seus desejos serem realizados: logo após o 'desmamar' a criança ainda tem fortes ligações maternas e o tempo que o pai deseja ter o filho pode ser muito longo e prejudicar o desenvolvimento intelectual do menor. MAS de qqualquer forma o pai poderá ter o filho por um tempo maior - penso que um dia (pegando pela manhã e devolvendo a noitinha). melhor assim que um final semana todo.
Quanto a pensão funciona assim: ele diz que ganha R$ 700,00 e você diz que ele ganha mais. póis bem, quem fizer a melhor prova e convencer o juiz leva a melhor. Procure boas provas que ele ganha mais que o valor que ele anunciou. uma dica é ver a convenção coletiva da categoria profissional dele e/ou o valor dos salários de funcionários na mesma empresa com a mesma função.
Grato pelo carinho e confiança.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

LAIZA
no caso estas alegações de que você quem não deixa ele ver a criança não são muito levadas em consideração - são ataques para fazer você perder o foco da discussão - não caia neste ardiloso argumento.
o fato é que o pai pode ver o filho, isto não se pode negar. agora, ele morando fora o que você terá de fazer é uma boa REGULAMENTAÇÃO destas visitas.

Anônimo disse...

Boa tarde. Minha filha tem 3 meses e mama no peito. Sua mãe não me deixa visitá-la. Como proceder? Obrigada

Anônimo disse...

Boa tarde Dr. Ronaldo,

O meu filho tem 4 anos e nunca conviveu com pai (o pai registrou mas nunca quis visitar a criança). Gostaria de entrar com uma ação de alimentos e acredito que após isso o pai irá querer visitá-lo. Eu não tenho intenção de impedir mas como eles não se conhecem gostaria de estar presente durante as visitas (pelo menos até o meu filho se adaptar). Como devo proceder?

Obrigada!

Ronaldo José disse...

Olá! tive um namoro e desse namoro tivemos uma filha, hj ela tem 1ano e 6meses. sempre dei a pensão mas as visitas só acontece na casa da avó dela as vezes uma vez só no mes. quero saber se as visitas podem ser na minha casa tipo, pegar a minha filha pela manha e devolver a tarde no mesmo dia?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filho de 4 anos para visita acompanhadas pela mãe:
NÃO! Não entendo como sendo viável a presença da mãe em nenhum aspecto!
Com a presença da mãe vários incômodos hão de ser percebidos:
1- superproteção ao menor e com orientações por demais ao pai na presença da criança, criando à criança uma figura paterna sem condições de tê-la contigo;
2- contato da mãe com um pai que ela diz ter sido relapso nas visitas e pensão quando do nascimento do menor até esta idade (4 anos);
3- tensões entre pai e mãe já desgastados pelo relacionamento e por um processo de pensão e regulamentação de visitas.
4- contado da mãe com os desconhecidos círculos de amizades - e quem sabe afetivos - do pai do menor...
DEFINITIVAMENTE NÃO!
Melhor será ir paulatinamente agindo assim:
1- iniciar as visitas como sempre acontece: o pai pega a criança e a leva; de certo a mãe colaborará nos dias que antecede a visita a mostrar ao filho a importância do pai evitando a alienação parental e a criança irá sem menores resistências;
2- o pai procurará "ganhar" o seu filho - com a ajuda da mae - na hora da entrega para a visita; depois somente os dois vão se adaptando um ao outro;
3- no caso de alguma resistência por parte da criança, recomendo um acompanhamento por equipe multidisciplinar do fórum (psicólogos e assistentes sociais)

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Ronaldo José:
Meu caro, com 1a6m de certo a criança já deve estar prestes a ficar sem amamentação. Neste caso o Sr. Poderá ter a criança para si. Contudo dada a pouca idade de início estas visitas serão por menor tempo longe da mae. um dia apenas, nada de dormir com o pai. Muitas crianças - naturalmente - com o passar do tempo pedem para dormir com o pai, e seria então a hora de ficar mais tempo com o menor. mas por ora já pode requer uma visita do tipo pega as 8 e devolve as 18 do mesmo dia!

Roberta Lopes disse...

Dr. Ronaldo, boa tarde!
Estou em dúvida com relação a visitas do meu ex-marido.
Nos separamos em 20/11, mas ainda temos a certidão de união estável. Isso atrapalhará no pedido de pensão e no acrodo da visitação?
Ele abandonou o lar para viver com a amante, que agora e sua "copanheira", porem , seu endereço oficial é o da casa da mãe dele, que e um local extremamente perigoso, área de risco, e sua profissão é tão perigosa quanto, pois e Policil Militar e já atuou nesta mesma cidade onde mora. Gostaria de saber se posso impedí-lo de levar as crianças , mas estou aberta para deixar vê-los em minha casa ou em outro local que nao represente perigo para eles, desde que eu os leve, pois realmente me aflige muito o fato dele levá-las no seu carro. Mesmo antes da separação essas situações eram evitadas. Será que algum juiz compreenderia isso? Desde já agradeço!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Roberta Lopes:
é como sempre digo nos comentários anteriores: o pai pode levar os filhos onde bem entender! somente se acaso ficar comprovadíssimo que o local é inadequado (bares, casa de jogos, boates etc...) que se fará uma revisão na visita.
Penso que será complicado uma regulamentação de visitas com as fundamentações expostas neste caso, mas somente levando ao poder judiciário a situação que se poderá ter alguma certeza.
Nalguns grandes centros como Rio de Janeiro onde os policiais sofrem ataques por parte de marginais, pode ser que o magistrado regulamente uma visitação desta forma.
RECOMENDO: que você não leve nem busque as crianças para evitar contato com o ex-companheiro e um indesejável encontro com a atual companheira dele. seria por demais desgastante tais trocas de olhares que podem se complicar demais. recomento que uma outra pessoa, amiga ou da família, especialmente pessoa que o pai conheça e seja de boa paz com ele, leve e recolha as crianças.
---
O fato de ele ter outra pessoa (amante que vira companheira) não impede nada, a final, todos tem o direito de buscar a felicidade, e espero que você também já esteja com uma outra pessoa às vistas para novo relacionamento: o ser humano não nasce para viver solitário.
---
Recomendo oficializar o fim da união estável, anulando este documento junto ao poder judiciário quando da regulamentação das visitas e estabelecimento da pensão. esta situação em nada importará na regulamentações de visita e pensão.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Boa tarde. Minha filha tem 3 meses e mama no peito. Sua mãe não me deixa visitá-la. Como proceder? Obrigada.
---
Para estes casos a visita é somente com a presença da mãe. raros são os casos que o pai pode ficar algumas poucas horas com a criança somente consigo sem a presença materna, já que a amamentação é extremamente importante.

Anônimo disse...

Boa Tarde!

meu filho esta com 1ano e 07 meses , o pai dele que já registrou e vinha visitar normal , parou de visitar e já faz mais 70 dias sem visita . Não tenho nenhum acordo na justiça . Posso entrar na jsutiça para pedir para que ele tenha dia certo para visitação ?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filho de 1a 7m há 70 dias sem visita.
como já disse nalguns posts anteriores pode-se até regulamentar as visitas mas OBRIGAR o pai a visitar o fiho

Anônimo disse...

boa noite!!meu caso e o seguinte,moro em um estado eminha ex mulher mora em outro,ela deixa eu visitar a criança que hj tem 11 meses,mais para eu vistitar tenho que ligar e ela fica de me dar a resposta se eu posso ou nao,fico muito tempo sem ver ela,como sou marinheiro e fico ente 1 e 3 meses viajando,quando chego de viaje gostaria de saber se eu posso levar minha filha para passar um final de semana comigo,ferias,feriados,sendo que sou muito capaz de cuidar da criança,pois logo que a criança nasceu minha ex mulher foi trabalhar e eu cuidei da criança junto de minha mae e pai,hoje como estou com minhas rotinas em viajens ,nao vejo mais minha filha,queria pegar ela para passar esses dias q eu falei,mais minha ex nao deixa alegando,que eu nao posso levar ela para minha cidade,como devo proçeder??nao quero afasta da minha filha.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

PAI MARINHEIRO:
prezado, de fato seu caso é um dos mais diferenciados que já vi.
A regulamentação das visitas para sua situação deverá ser muito peculiar. recomendo um excelente advogado de familia, para que requeira ao magistrado - se acaso as conversações com a genitora falhares - para que seja lhe oportunizada a oportunidade de ter a visita.
no caso recomendaria que você tivesse ao menos uma semana livre com seu filho, desde que tal fator não atrapalhasse os estudos da criança.

Roberta Lopes disse...

Boa noite, Dr Ronaldo! Parabéns pelo blog e pelas postagens tão esclarecedoras! Gotaria de tirar uma pequena dúvida com você: estou separada o meu ex marido há 5 meses. Até o momento, não tenho tido problemas com ele na parte financeira, porém, o meu maior problema é com relação as visitas. Após nos separarmos, ele foi morar em um local considerado "área de risco". Já pedi diversas vezes pra que ele não leve as crianças para este lugar, já que ele pode levá-las ao shopping, parques, ou até mesmo vê-los em minha csa, mesmo que ele queira vê-los todos os dias, porém ele continua levando-os para esse lugar. E ainda tem outro problema: ele é paciente psiquiátrico, faz uso de antidepressivos e em algumas épocas, tem "paranóias" ouvindo vozes. Será que o juiz levaria isso em consideração? Não tenho probema nenhum com relação a visita, porém me sinto insegura em deixá-lo levá-los com esses dois problemas. Aguardo sua resposta e agradeço desde já!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Roberta Lopes
PROVAR COMPROVAR E DEIXAR CLARO!!!!
O juiz pode até fazer recomendações de visitas em locais que nao sejam "área de risco" mas isto tem de ficar muitíssimo bem comprovado!
Procure um excelente profissional em direito de família para ele verificar a sua situação e quais as provas devem ser utilizadas para que o juiz se convença das suas alegações.

Ester disse...

Bom dia! Infelizmente nossas leis falhas, continuam favorecendo as mães e excluindo os pais da vida dos filhos mesmo com essa nova lei de Alienação, pois não funciona como deveria. Vejo atualmente meu filho enfrentando esse problema...após uma época que a mãe(nunca foi casado c/ ela,uma noite, camisinha furou) se negava em entregar a criança nos dias estipulados...de todas as formas ao Pai...a mãe mudou-se para o interior sem informar endereço...descobrimos a cidade...mas nenhuma escola lá informa se o meu neto está estudando em alguma...Na conversa com eles por telefone, reparo que a direção escolar apoia as mães nesses casos,se negando a dar informações, dando cobertura a esconder a criança do Pai...absurdo...como se o Pai fosse um monstro!!! Acho que é um direito do Pai ao menos saber se o filho foi matriculado e está indo bem na escola!!! Enfim meu filho não pode faltar no emprego p/ se consultar c/ advogado do estado...ficamos endividados para contratar um e no entanto nada resolveu, pois alegou ao Juiz; a fuga da mãe com a criança e o Juíz disse que era de direito da mãe mudar-se e encerrou o processo...sem nem ao menos averigar se havia motivo justo da mãe p/ essa mudança. Para novo processo meu filho precisa se deslocar para a tal cidade e lá mover ação, algo impossível financeiramente e tbm como fará... deixará o trabalho p/ correr atrás disso...parando com a pensão alimentícia e sendo preso? Porque tanta complicação pra o cumprimento de um direito do Pai e "principalmente da criança" em ter seu pai que tanto a ama por perto??? Agradeço sua atenção.

Anônimo disse...

Boa noite! Infelizmente nossas leis falhas, continuam favorecendo as mães e excluindo os pais da vida dos filhos mesmo com essa nova lei de Alienação, pois não funciona como deveria. Vejo atualmente meu filho enfrentando esse problema...após uma época que a mãe se negava em entregar a criança nos dias estipulados...de todas as formas ao Pai...a mãe mudou-se para o interior sem informar endereço...descobrimos a cidade...mas nenhuma escola lá informa se o meu neto está estudando em alguma...Na conversa com eles por telefone, reparo que a direção escolar apoia as mães nesses casos,se negando a dar informações, dando cobertura a esconder a criança do Pai...absurdo...como se o Pai fosse um monstro!!! Acho que é um direito do Pai ao menos saber se o filho foi matriculado e está indo bem na escola!!! Enfim meu filho não pode faltar no emprego p/ se consultar c/ advogado do estado...ficamos endividados para contratar um e no entanto nada resolveu, além do pedido por regulamentação de visitas, alegou ao Juiz; a fuga da mãe com a criança e o Juíz disse que era de direito da mãe mudar-se e encerrou o processo...sem nem ao menos averigar se havia motivo justo da mãe p/ essa mudança. Para novo processo meu filho precisa se deslocar para a tal cidade e lá mover ação, algo impossível financeiramente e tbm como fará... deixará o trabalho p/ correr atrás disso...parando com a pensão alimentícia e sendo preso? Porque tanta complicação pra o cumprimento de um direito do Pai e "principalmente da criança" em ter seu pai que tanto a ama por perto??? Agradeço sua atenção.

Cris Lopes disse...

Bom dia!
Fala-se muito em alienação parental, mas no meu caso eu não falo mau do meu ex marido e nem afasto minha filha dele, pelo contrário, sempre quis que o meu ex desse amor e carinho a minha filha, por saber que ela se sente mais feliz e isto que me importa. Mas nos fins de semana que são estipulados pelo juiz ele nunca comparece, ou quando comparece e na hora que ele bem entende. E a minha filha por várias vezes conta com a presença dele e ele as vezes não comparece, sem ligar pra ela e sem dar nenhuma justificativa. Acredito que isto tb mexe com o pisicológico dela, pois fica ansiosa esperando e ele não aparece. Judicialmente isto não eh alienação? Ou o que eh perante o juizado? Pq ele não vem pegar a filha e diz para a família que eu é quem não deixo. E me colocam como seu eu fizesse alienação parental, mas nunca proibi ele de ver nossa filha! Me esclareçam como agir e como posso provar que é ele que não vem buscar a filha.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Cris Lopes:
Parabens pelo comentário. situação muito interessante.
O pensamento jurídico é no sentido que se a mae falar mal do pai é alienação, certo!
Mas se o pai não for ver o filho é dito que ele não tem a obrigação de amar o filho!
Dá para entender!?
de fato é uma situação muito desconfortável.
Mas a solução é ir ao judiciário e regulamentar - apenas regulamentar - as visitas e deixar o pai livre para ver ou não o filho... se acaso ele não for, é porque não quis e não poderá alegar nada contra a mae.

Anônimo disse...

tenho um bebe de um mes e meio em agosto volto a trabalhar e o pai da crianca quer ficar com o bebe das 13:00 as 22:00 q e o horario q trabalho em todas as folgas deles sendo q ele trabalha um dia sim e o outro nao,esta certo isso?sendo q moro com minha mae e ela pode ficar com o bebe?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

bebê de um mes e meio:
Prezada, o ideal que que os filhos tenham OS PAIS sobre seus cuidados.
No caso de fato é recomendável que no horário de seu trabalho que o pai estiver disponível, a criança fique com ele. será a expressão da harmonia dos genitores em prol do menor.
Contudo havendo relutância de sua parte, pode recorrer ao judiciário para que ele somente veja o filho naqueles dias determinados pela "visitação" geral.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Ester:
para o caso recomendo procurar um Promotor de Justiça com cópias do processo antigo, e explicar o caso.
Aproveitar férias e outras folgas possíveis na empresa para ter contato com advogados.
Mas no caso a avó pode pedir a visita: a jurisprudência e doutrina é um pouco complicada neste assunto, mas quem sabe ajuda um pouco.

Anônimo disse...

Ola tenho um afilha de nove anos, moramos ha 10 anos desde a ,minha gravidez Na casa dos pais dele, só q ele foi transferido para longe e fico sozinha com minha filha enquanto ele vem apenas uma vez por mes, gostaria de pedir a separação somos casados ha 8 anos, nao temos bens a nao ser um carro e coisas pessoais, nao tenho interesse em nada, apenas na guarda da minha filha, para isso estou juntando uma grana para alugar um lugar perto dos avos pais deles para q a crianca nao perca vinculo com eles, minimizando,assim o efeito, só queria saber se por nao ter moradia própria me negarao o direito a ficar com ela em caso de separação, caso ele largue o emprego provavel nessa situação, aceito guarda compartilhada pelo bem dela, soh naum quero ficar na casa dos pais dele mais e agora sem ele nao vejo razão do casamento continuar, mas fico por medo de perder minha filha

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filha de 9 anos
Prezada... a distância não é motivo para separar-se! Peço-lhe encarecidamente para não fazer esta loucura.. preserve ao máximo a relação patrimonial em prol de seus filhos!
Mas se não houver alternativa.... lágrimas.
Você não perde a guarda por não ter local PRÓPRIO. Desde que exista um local 'humanizado' para estar com sua filha você terá a guarda dela.
Quanto a isto pode ficar sossegada!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Avó
postagem de 3 de maio
Perdão a demora na resposta.
Prezada.. de fato a situação é assim mesmo.. cheia de preconceitos! é uma frustração enorme ver uma sociedade que age desta forma!
a senhora pensou bem...
mas.... existem várias ações julgadas procedentes determinando o direito de visitas para os avos!
procure um advogado de sua confiança e aja desta forma.
sorte!

wanegirl disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ronaldo Galvão - Advogado disse...

wanegirl
Neste caso recomendo um bom psicólogo. Não necessariamente para a criança que ainda pode nao compreender as orientações do profissional, mas para os pais tomarem conhecimento de como agir com a criança.
Procure um bom entendimento entre você e o pai como tem sido até agora.
O que não pode ocorrer e deixar a criança sem o pai.

cynthiaa disse...

Olá eu e o meu ex não chegamos a casar, mas fizemos contrato de união estável, nesse meio tempo conseguimos casa, carro e moto, tenho algum direito sobre? e também tenho uma bebe de 2 meses, ela não mama no peito, ele pode pegar ela pra passar fim de semana com ele em outra cidade? lembrando que ele não tem pacielcia com criança e quem cuida não é ele é a mãe dele, eu tenho medo de entregar minha bebe pra ele nos finais de semana, qual a melhor coisa que eu posso fazer?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

com a união estável deve-se fazer o raciocínio tal qual fosse casamento pela comunhão parcial de bens, ou seja, o que foi adquirido na constância da união estável deverá ser divido entre o casal.
ABSURDO uma filha de 2 meses não estar no peito! um pecado. não há desculpas para isto, bons médicos resolvem esta questão e você poderia dar uma melhor vida e saúde a sua filha! acho imperdoável!!!!
mas ja que naõ está no peito o pai pode levar para onde bem quiser.. geralmente pega-se a criança no sábado pela manha e devolve no domingo a noite.

Anônimo disse...

Dr. Ronaldo, gostaria de tirar uma dúvida: o meu cliente tem uma filha (6 anos de idade) de um relacionamento afetivo e propôs ação de regulamentação de visitas, obtendo decisão liminar regulamentando a visita nos fds e feriados alternados, e metade das férias escolares. Porém, há 2 meses, ainda no curso da ação, ele precisou se mudar para outro Estado. Desde então, a genitora não deixa o rapaz falar com a filha e, inclusive, desligou o celular dado pelo pai a menor para que pudessem se falar. Os avós paternos e tios que ainda moram na cidade da criança tb não conseguem ter acesso a mesma. Minha dúvida: há possibilidade de o juiz penalizar o meu cliente pelo descumprimento da decisão que regulamentou as visitas, ainda que o mesmo informe que tem tentado falar com a criança, sem êxito? E ainda: é possível requerer ao juiz que, diante da mudança de endereço, determine que a mãe não impeça o contato entre pai e filho (alienação parental), ainda que por telefone? Obrigada por sua atenção!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

31-05-2013
Prefiro fazer uma boa prova das atitudes da mãe.
Atualmente existe como imprimir as ligações efetuadas no celular (técnicos em telefonia fazem isto com maestria)
e ainda pode ser elaborado um Boletim de Ocorrência.
A mudança de endereço não é óbice ao cumprimento da determinaçaõ judicial,
pode-se requerer apenas um detalhe, que ao contrário de ele pegar a criança, determine-se que alguem da família dele pegue a criança, mas não para visita, para levar a criança até o pai.

Anônimo disse...

Dr. Ronaldo, desculpe a minha ignorância, mas não entendi direito essa parte? "pode-se requerer apenas um detalhe, que ao contrário de ele pegar a criança, determine-se que alguem da família dele pegue a criança, mas não para visita, para levar a criança até o pai." O sr. quer dizer que deveríamos requerer que um familiar possa buscar a criança, para que, assim, o genitor possa falar com a mesma? Ou que devemos alegar que o familiar vai levar a criança até o pai (fato difícil, pois a distância entre as cidades é de mais de 1.200km). Desculpe incomodá-lo, mas, se possível, me explique melhor esta parte? Obrigada.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

continuando....
oops... a questão ficou complicada! a distância é um impeditivo a minha inicial orientação (você entendeu bem).
Desta forma, recomendo uma revisão nas condições das visitas! visitas quinzenais (ou na frequencia das vindas do pai a cidade do menor), de modo que o contato seja mais alongado entre o pai e filho, podendo, inclusive ultrapassar os tradicionais sabado e domingo.
surge-me uma questão novíssima aqui que nunca vi.. mas querendo penso ser uma forma de intereçaõ... confesso que me surgiu neste exato momento... vamos tentar judicialmente isto? seria a meu ver uma novidade e tanto: determinar que ao menos tres vezes por semana em horário hábil para o pai e o filho eles tenham contato através de videoconferência. Com a criança aos 6 de idade seria possível sim! e veja bem, a interatividade deveria ser assistida pela mae que não poderia praticar bulling! já que o pai poderá gravar estas conferências! computador, é algo que todos tem em casa! e skype, face, google etc etc possibilitam estas conversas por audio e video!
Eu adoraria ver um requerimento destes ser deferido judicialmente! a justificativa seria s supressão da distância geográfica pela distância virtual! a final casamentos surgem de relações virtuais, e a boa relaçaõ de pai e filho podem ser mantidas assim!
Nossa! dá para argumentar bastante. nada retiraria a possibilidade de quando das vindas do pai a cidade da criança te-la contigo!
empolguei aqui!
Meu mail para um aprofundamento na questão, para você e qualquer pessoa que ler estes nossos comentários: ronaldo79171@gmail.com

Anônimo disse...

Preferi me identificar como anônimo, pois como a mae do meu filho nao faz nada, é bem capaz q ele esteja no GOOGLE procurando um jeito de ferrar com a minha vida, mas em resumo, meu filho tem 1a5m, nunca moramos juntos, pago pensão desde o comeco (e nao é pouco) e em juizo fizemos um acordo que pegaria meu filho 3x por semana, porem esse acordo acabou ficando complicado, pois nao posso sair com meu filho, somente ficar em casa com ele, fico apenas 3/4hrs por encontro e não é o suficiente! O baby tem uma familia paterna muito boa, porem nao podemos curtir, a mae nao trabalha e vive da pensão da crianca, ou seja, se ficar longe do filho, nao terá motivos para nao trabalhar....
enfim, decidi q vou voltar a acionar a justiça! li seu blog, meu caso é mais simples do que muitos aqui, porem compartilho a Dor de todos. Pois num pais cheio de criancas abandonadas, é um pecado um PAI ir pra justiça para ter o direito de dar um ar PATERNO ao filho! Obrigado e abracos.

Anônimo disse...

Nossa muito bom seu parecer sobre esse assunto inclusive tinhas varias duvidas que foram esclarecidas por aqui e a que ainda fiquei te enviei no e-mail espero que responda!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Obrigado a todos pelo carinho e confiança de depositarem aqui suas questões. Quem quiser contatar-me diretamente pode faze-lo pelo ronaldo79171@gmail.com que responderei da mesma forma. em nenhum dos dois casos é necessário se identificar que responderei.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

publicação de 17 de junho.
De fato amigo!
Os pais - devido ao preconceito existente - sempre ficam na pior situação. Você percebeu bem o histórico do site onde grande parte dos pais querem ver seus filhos e algumas mães sempre obstaculando. com mais de 120 casos aqui e outros tantos que tenho por mail direto a mim, posso dizer que os pais sempre levam a pior.
pois bem:
sua situação é daquelas que se terá de ter em juízo a definição de visitas e pensão.
Vá "desarmado", digo, não brigue com a mae, não discuta com o juiz, mantenha a posição que você bem colocou aqui: "Pois num pais cheio de criancas abandonadas, é um pecado um PAI ir pra justiça para ter o direito de dar um ar PATERNO ao filho!"
Apenas requeire o seu sagrado direito!

Anônimo disse...

Ola!
Tenho uma filha de 3 anos, quando é o final de semana do pai dela, ele leva ela pro bar dele. La é lotado de pessoas, ai ele deixa ela dançar na frente de homens bebados, e fica com ela la ate tarde da noite. Minha filha ja me contou que bebeu cerveja. Ja pedi ele pra não levar ela, so que não adianta. O que devo fazer com essa situação?



Obg!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filha que vai para o bar do pai.
Ops! um problema! é o local de trabalho do pai. minha experiência pessoal logo aos 9 anos indo para a barbearia de meu pai foi uma coisa muito importante na minha vida... filhos com pais no trabalho - não trabalhando - mas vendo o esforço e dedicação paterna é ótimo.... mas neste caso a coisa complica sendo um bar.
Recomendo uma regulamentação de visita com pedido de limitação de ambientes para a frequencia da filha menor.

Davi disse...

Oi Dr. Ronaldo. Eu sou pai de um garoto que acaba de completar 10 anos e que tem a guarda com a mãe. Li seu artigo e acho que ela se enquadra na situação em que a pensão será seu INSS. Amo demais meu filho e o vejo em finais de semanas alternados e sinto desde o início que esse tempo é muito pouco para nós dois! A mãe é uma pessoa que não aceita o diálogo e tudo é só na justiça. Por último quer, ainda reduzir drasticamente o tempo de visitas de meu filho! - Que absurdo, se desejo aumentá-lo! Sou um pai super dedicado, sempre atendi meu filho em todas suas necessidades principalmente afetivas. Eu queria mesmo era pedir a guarda compartilhada pois assim ele seria definitivamente respeitado em suas vontades e sentimentos. Como posso agir assim? Meu filho poderá ser ouvido nessa nova situação? Com a guarda compartilhada definitivamente não haverá mais imposições da mãe? Obrigado, Daniel;

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

DAVI
Perdão a demora.
Aos 10 anos é possível que um bom psicólogo possa ter uma noção de como o seu filho quer as visitas, e/ou, guarda compartilhada.
A mãe não vai querer a quarda compoartilhada já que isto elimina a pensão!!!
Mas o juiz pode decidir assim.
Penso que a guarda compartilhada é melhor para os casais que tem melhor diálogo, então sugiro que você peça de forma alternativa (seu advogado saberá fazer) que a guarda seja compatilhada e no caso de não dar a compartilhada aumente o periodo de visitas.
Grato
boa sorte!

Anônimo disse...

boa noite! gostei de seu comentário ,mas e quando a separação se deu pelo motivo do pai ser usuário de entorpecentes, perdulario,prodigo e ter abandonado a família à própria sorte;ele tem direito de visitar esses filhos sem ser visita assistidas

Davi disse...

Boa noite Dr.Ronaldo Galvão. Já li sua resposta e achei perfeitamente adequada à minha situação, pois hoje mesmo, fui ao forum para uma audiência em que a mãe não aceitou de forma alguma a melhora do tempo de visitas, alegando que faço alienação, o que é uma inverdade, pois em casa eu nem cito o nome dela para o meu filho. Agora, certamente ele será ouvido por um psicólogo judicial, conforme a sua previsão!Vou ficar no aguarde, mas temo que ela é que faça algum tipo de alienação para conseguir influenciá-lo! Devo conversar com meu filho também? preparando-o para se esquivar dessa possibilidade? pois a maior parte do tempo ele fica com a mãe. Obgd. Davi;

Anônimo disse...

Meu namorado tem um filho de sete meses, não mama no peito. A mãe da criança não permite que ele pegue a criança quando está comigo e impõe muitas condições, como só pode ver a criança na casa dela, não podendo sair com a criança. Ele entrou com pedido de regulamentação de visita, mas está com medo do juiz definir que a visita só a cada quinze dias, pois a criança por ser nova pode estranhá-lo. No pedido de regulamentação pode pedir para ver semanalmente, mesmo que não seja para dormir sempre? A visita tem q ser assistida pela mãe, pois ela afirma que enquanto a criança não souber falar não terá contato comigo.

Anônimo disse...

Dr Galvão
Boa Tarde

Atualmente passo por um processo de tutela antecipada para visitas paterna. Fui citada e devo deixar que o pai de meu filho pegue-o todos os domingos mas ele ainda não apareceu para pegá-lo e sim a mãe dele em dia da semana que não é o domingo, mas mesmo assim continuo a deixar que a mãe dele leve o meu filho. Tenho receio de que ele possa estar fazendo isso para depois dizer que eu é que não o deixava pegar meu filho então gravo todas as vezes que a mãe dele vem e quando é domingo, tiro fotos do meu filho com minha família pois assim provo que ele não compareceu. Estou correta em fazer isso? o que posso fazer? Caso minha ex sogra esteja pedindo o direito de visitas, ela terá este direito já que está em processo o direito do pai?

Obrigada

Nane

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

pai perdulário, pródigo: penso que se no caso de pais que até estão presos por crimes piores tem direito a visitas... neste caso ainda o será dado o direito de visitas. De fato, haverá de ter uma recomendação judicial após análise do caso para estabelecer as condições da "assistência" na visitação: quando seria a visita, onde, quem assistiria, tempo, etc etc dos detalhes.
Mas o bem da criança (ver o pai) não poderá ser negado. Recomendo ver o filme que postei no final deste artigo.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Davi: PARABENS! converse sim com seu filho! indique o filme que tenho neste post para o seu advogado e o juiz.
Pense que um dia seu filho tomará a iniciativa de lhe ter ao seu lado! os tempos mudam.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

namorado com filho de 7 meses: veja o que tenho dito de mulheres que não assumem ter o ex na presença de outra. Afaste-se de seu namorado (por alguns metros) para que ele pegue a criança.
a ação judicial tem tudo para dar certo: criança fora do peito, pode SIM ficar com o pai desacompanhado da mãe. mas eu entendo que somente de 8 da manha até no máximo as 8 da noite. a maioria das decisões determina as 6 da tarde para devolução.
o fato de ele estar namorando não implica em nada! o fato de a criança não falar não implica em nada.
implica que a relação é entre pai e filho... só!
cumpre ao pai ter o "tato" suficiente para cuidar do filho sem que outras pessoas o ajudem, trocar fraldas, banho, papinha, zelo com remédios, locais frios ou quentes demais... etc etc o que a mae faz instintivamente...

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

mãe com tutela antecipada:
você é feliz: melhor que nao tenha contato com o pai já que ele e você - pelo processo - não tem boas relações.
não tenha medo de a mae estar pedindo visitas para ela, já que o processo trata apenas de voce e seu ex (assim penso).
estes registros fotográficos são bons sim! mostra seu bom relacionamento com a sogra e o fato de vc estar entregando o seu filho a parente dele.
Sempre recomendo que os mais - em processo, e que não tem diálogo - naõ se encontrem nas entregas e devoluções de visitas para não gerar estresses desnecessários.
Mantenha-se firme com seu advogado para que o processo tramite conforme seus interesses.
boa sorte

Márcia Silva Rezende disse...

Olá, minha dúvida é a seguinte: minha filha de cinco anos está de férias na casa do pai, toda vez q ligo pra falar com ela me é negado, de forma bem discreta, usando desculpas no mínimo infantis! Fui até a loja da tia dela, pq como o pai trabalha em dois empregos ñ tem tempo de ficar, a vó disse pra eu ir, fui e a minha filha fez um escândalo pra vir comigo! Qdo nas férias ela está comigo eu a levo sempre pra ver a família do pai, peço pra ele ligar pra ela pq acho bom!! Estou fazendo errado de ligar pra minha filha enquanto ela esta lá??

Anônimo disse...

Olá boa noite ! Tenho uma Filha de 5 meses que nasceu de parto prematuro de 6 meses de gestação , não sou casada com o pai dela. Passei muitos aborrecimentos na minha gravidez por culpa de traições dele e provocações da familia dele . Bom, ele registrou a criança , mais quer levar a bebê pra passar o final de semana com ele . Ele tem esse direito ? O que eu faço?

Anônimo disse...


Gostaria de uma opinião sua sobre meu caso, tive um filho com um namorado, hoje a criança tem 7 anos, nunca morei com o pai da criança, terminei o relacionamento na mesma semana que dei a luz ao meu filho por ver que ele não fez nada por mim e pela criança durante os 9 meses de gestação da qual eu ia trabalhar doente para fazer o enxoval pra criança e ele nem sequer arrumar um emprego para me ajudar nos gastos óbvios que estavam por vir...
Ele nunca quis manter contato com o filho ligou pra ele umas 2 vezes durante esses 7 anos, me humilhei dezenas de vezes pedindo que ele viesse ver a criança, porem motivado por vários relacionamentos que neste meio tempo ele teve com outras mulheres que impediam ele de ver o filho, a visita só ficava na promessa.. tentando estimular a vontade do pai conviver com a criança eu e minha mãe (avó) começamos a levar a criança esporadicamente desde 1 aninho de idade na casa dos avós paternos que fica cerca de 450KM da cidade onde eu moro , pra ver se no mínimo esse pai se entusiasmava em conviver e se aproximar da criança, porem isso não adiantou pedi encarecidamente para os pais dele para que pedissem pra ele conviver com a criança já que esta já estava com 4 anos e havia recebido a visita do pai no Maximo 6 vezes durante a vida toda, os mesmos disseram que não poderiam me ajudar com isso pois não podiam ir contra a vontade do filho já que o mesmo disse que não havia nada nem ninguém no mundo que obrigasse ele a conviver com a criança, assim ele ficou 2 anos sem ver o filho, certa vez precisei por excesso de trabalho deixar a criança na cidade dos avos paternos aos cuidados dos mesmos, a criança adoeceu por saudade de mim, porque pra ele, eles são estranhos, eles ligaram perguntando de medicações e simplesmente nos deixaram um dia sem informações sobre o estado de saúde da criança, com celulares desligados e a criança queimando de febre, tive que largar o trabalho e viajar as pressas pra saber se meu filho estava vivo ou morto sem saber se eu iria encontrar alguém em casa ou não, depois desta vez os pais dele começaram a exigir que a criança fosse para a cidade deles passar dias porem a confiança que eu tinha neles depois desse fato já não existe mais, os avós começaram me pressionar direto sabendo que o filho nunca nem sequer assumiu realmente o filho e nunca conviveu com a criança de ligarem 20 vezes em questão de 1 hora coagindo, sempre fui pai e mãe criei meu filho com a ajuda dos meus pais, porque nunca tive ajuda de custo nenhuma do pai e dos avos paternos, este ano resolvi entrar na justiça pra fazer valer o direito do meu filho de pensão alimentícia e visita do pai, o juiz estipulou adaptação de 2 meses com o pai todos os finais de semana e se o mesmo não pudesse todos os finais de semana que suprisse por pelo menos uma hora de um dia de semana qualquer já que ele mora a 300KM da minha cidade, porem ele compareceu apenas 3 finais de semanas, não suprindo por dia de semana nenhum os que ele faltou, não veio ver o filho nem no dia do aniversario da criança que foi no prazo de 2 meses tão pouco quando a criança estava doente, e passando esses 2 meses ele quer levar a criança pra cidade dos pais dele passar final de semana (sem ele pois é os avós que querem conviver com a criança não o pai), como posso eu confiar em uma pessoa que descumpre as ordens do juiz tão facilmente do qual nem endereço eu tenho e que nunca teve convívio nenhum com meu filho e nem demonstrou ter qualquer tipo de afeto, meu filho sentiu e ainda sente a rejeição por parte dele e me pede toda vez que ele vem pegar ele pra sair que não quer ir, demonstra que não gosta do pai e que não se sente seguro na presença dele.
Posso eu como mãe pedir que as vizitas com o pai e os avós sejam feitas na minha cidade?
O que devo fazer pra que as visitas aconteçam aqui?
Acho importantíssimo o convívio com ambos porem tem que ser algo natural e principalmente da vontade da criança, porque se é algo para o bem dela que no mínimo faça bem a ela e não precise a criança sair de casa contra a vontade.

Dez de já agradeço
Lice

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Filha prematura: O fato de ser prematura não influencia na visitação. Influencia sim a idade de amamentação. Enquanto estiver amamentando recomendo visitas pessoais, onde o pai vê a criança junto da mãe.
Depois que passa para a 'papinha' o pai pode levar cedo e devolver a noite.
com mais idade pode ficar sábado e domingo.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Lice:
bom, pelo que vi tentativas foram feitas. o filho com 9 anos já dá alguns indícios de quem qeur como referencial paterno - talvés seu atual companheiro (se tiver) - mas ainda é pouca idade para poder ouvir no judiciário (alguns juízes, através de bons psicólogos ouvem estes menores).
Mas no caso uma regulamentação de visitas no judiciário é o mais recomendável. Veja: fica regulamentada a visita.... se o pai for bem.. se nao for sempre terá o registro da prerrogativa dele... quando a criança maior (12-15 anos) ela mesma terá condições de querer ou não ir ver o pai....

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Márcia:
não... não faz mal não. apenas recomendo que, ao ligar e darem as 'desculpas esfarrapadas' solicite um horário certo onde a criança está perto do telefone para falar com ela uns instantes. No mais não precisa ligar todos os dias, ou a todos os momentos.

Rogério disse...

Olá, tenho uma filha de 1 ano e 10 meses.

Não fui casado e desde a separação com a mãe de minha filha a 12 meses, pago pensão combinada extra judicialmente e fazia as visitas a cada 15 dias, ficando o final de semana com ela.

A aproximadamente 4 meses a mãe de minha filha entrou com ação pedindo alimentos num valor que não era possível , infelizmente, pra mim. Ofereci um acordo que não foi aceito e estamos aguardando uma audiência final com o Juiz para determinar o valor, a diferença entre o pedido e o que ofereci é de R$ 60, chegando a R$ 340 que na minha atual situação (desempregado com sustento a partir de trabalhos free) faz falta sim.

O problema começa ai, desde essa audiência de conciliação que não pude aceitar o valor pedido ela impede eu de visitar e pegar minha filha, já não vejo minha filha a 2 meses. Nós chegamos a combinar por e-mail eu vou até a casa dela e mesmo assim ela não recebe, não entrega a menina ou inventa alguma mentira, até saindo de casa para não dar encontro, isso já aconteceu mais de 4 vezes , de eu me deslocar até a residencia e não conseguir ver minha filha.

Eu já entrei com pedido de ação para regulamentar a visitação, minhas dúvidas são as seguintes.

1. Ela fazendo isso, impedindo de ver, combinando e não cumprindo, pode-se configurar alienação parental ?

2. Os e-mails que tenho confirmando e combinando a visita pode servir de prova ?

3. Eu gostaria de pegar minha filha todos os finais de semana, pegar na sexta a noite e devolver no domingo a tarde, será que juiz daria a meu favor essa visitação ?

Obrigado pela atenção !

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Rogério:
1- negativa pura e simplesmente de fazer a visita não caracteriza da alienação parental. a alienação parental (ver o vídeo que postei neste artigo) é "fazer a cabeça" da criança contra o pai.
2- quanto aos mail's!!! sim sim! são excelente prova para o caso! o juiz as levará em consideração para determinar as visitas.
3- pegar na sexta e devolver no domingo todos os finais de semana será complicado, já que você também tem de ter seus fds de lazer! desta forma seria apenas de 15/15 dias. penso que para ser todo os fds seria uma visita de um dia apenas, mas o dia todo.

Polyana disse...

Olá.

Por favor, tenho uma duvida.
No caso de um pai que é alcoólatra e viciado em drogas, violento e que já vez o filho presenciar cenas de violência e física e moral, como ligar com a visita e o fato da pernoite? Ele coage e manipula e ainda diz que se o filho disser algo ao juiz sobre ele ser um pai ruim, ele não poderá ver mais o pai e pede para o filho pensar nisso. O filho tem medo do pai, por toda violência presenciada e já por várias vezes deixa de dar sua opinião sobre qualquer fato ou simplesmente se negar a algo, pelo medo da reação. Estou desesperada...ainda assim, eu deixo ele ver a criança sempre que pode, passeios e manter contanto por telefone. Ele paga a pensão em 2x no mês, pois disse que para ele é mais fácil... tudo que posso eu faço para o bem do meu filho, mais tenho medo, não confio no pai. Já sei que não posso proibir o pernoite mesmo com tantos casos de abusos a lei não muda e sobre viagens não há que se possa fazer obre algum tipo de controle, como um documento de autorização. Preciso de ajuda....

Anônimo disse...

meu amigo tem um filho de 1 ano de um relacionamento de fim de semana a mulher faz chantagem usando a criança se ele não ficar com ela então não vera o filho e é o que acontece ele não pode ver o filho pois não quer nada com essa mulher ele sofre muito pois quer o filho perto ele paga pensão direitinho trabalha e tem residencia fixa entrou com pedido de visitas na justiça a audiencia esta proxima o juiz poderá determinar o que mais ou menos e já na primeira audiência pode definir dias de visitas? obrigado

Renato Nepomuceno disse...

Bom dia!!
Tenho um filho de 3 meses fruto de uma relação não conjugal tentamos morar juntos só que não deu certo.
Tentei um acordo extrajudicial quanto a pensão e visitas e não tivemos acordo, pois ela só me autorizar visitar na forma assistida na presença dos pais dela.

Estou ingressando com uma ação de regulamentação de guarda, visitas e alimentos.
Guarda para mãe.
Visitas uma vez por semana e fds a cada 15 dias.
mais os alimentos.
Meu filho não é lactante materno e possível eu conseguir a visita sem ser assistida?
Renato

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Renato Nepomuceno:
Sim sim! Aliás a regra é uma visita sem ser assistida!
Visitas assistidas são para pais desnaturados com grandes problemas de socialização. Penso não se o seu caso.
--

Sempre tenho respondido questões aqui, especialmente advindas das mães neste sentido.
Quando se passa pela cabeça uma "visita assistida" estamos margeando casos onde a visita talvés nem seja recomendável! isso mesmo! um pai que precisa de visita assistida pode ser portador de qualidades (más qualidades) que possam até mesmo recomendar não encontrar com o filho.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

anônimo:
Acabaram as chantagens!
Agora ele poderá ver o filho sem que tenha de "ficar" com a mãe.
Na primeira audiência ocorre uma tentativa de conciliação. Se não der acordo (e "ficar" não será condição judicial) o juiz decidirá noutra oportunidade, já que terá de ouvir testemunhas e os advogados de um aparte e outra fazer suas alegações.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Polyana:
complexo: seria interessante eu saber a idade da criança. Mas se a criança já tem condições de assimilar as "ameças" paternas, já é boa coisa: ele saberá o péssimo pai intimidador e mau caráter que tem! Já já ele mesmo tomará a iniciativa que não querer a companhia do pai ou ficar mais com os avós paternos.
Não faça alienação parental com seu filho mostrando a ele o pai que tem (parece não ser gente boa) mas mostre a ele quem são as pessoas que você tem ao seu redor, seu atual companheiro, seus pais e irmãos que vão dar o exemplo de comportamento ideal para seu filho.
Com isto ele terá referenciais: bons e maus. Basta conduzir o menor para o "lado bom".
Boa atitude a sua de não impedir de o filho ver o pai. se acaso você ceder um pouco o pai também não terá oportunidades de ficar "ameaçando" seu filho, e a relação transcorrerá bem.
Bom, ceder um pouco em favor da criança é coisa que somente mãe consegue. Mas se a situação ficar insustentável, terá de recorrer a justiça para regulamentar os horários de visita.
boa sorte.
Grato pela confiança.

Walmir disse...

Boa noite Dr. Galvão.

Sou avô de uma menina de 5 anos,a qual criei desde os quatro meses de idade,duante alguns meses,minha filha e o pai da menina a deixavam em minha casa pela manhã e só a pegavam a noite,depois deixavam dois,tres dias ou até a semana toda,minha filha acabou por se separar dele e voltou á morar em minha casa,porém eu sempre provi tudo o que a menina precisava,minha filha pouco ajudava,seja financeiramente ou ajudando minha esposa com os afazeres da casa,vivia saindo pra baladas,atrás de namorados e voltando depois de dois ou tres e muitas vezes embriagada,o pai era (ou ainda é)usuário de drogas e nunca pagou pensão ou deu alguma coisa para a filha,minha filha arromou um novo namorado,engravidou e foi morar na casa da mãe dele,minha neta continuou morando comigo,e sem nenhuma ajuda financeira por parte de nenhum dos dois.Á um mês,minha filha foi chamada pela mãe do seu ex,ela fez uma oferta á minha filha,de pagar escola,transporte,lanche e uniforme para a menina, e minha filha aceitou e de imediato vieram e pegaram a menina e a levaram embora sem maiores explicações,minha neta estava estudando em uma escolinha pública,tinha seu uniforme,transporte e alimentação nunca faltou,e ao conversar com minha filha e cobrar dela uma explicação,já que foi repentino pois o pai nunca deu nada para a menina além de não trabalhar á pelo menos dois ou tres anos,ela simplismente me disse que eu não tenho condições de cuidar ou tratar da menina ou mesmo dar tudo o que ela precisa,e ainda que ele é pai,mesmo que sendo usuário de drogas a familia dele tem mais condições que eu,e que eu já fiquei bastante tempo com a menina,então não deveria reclamar,que minha casa é pequena está caindo aos pedaços,o quintal e a frente são de terra,e ainda que minha energia eletrica é clandestina,e se eu entrar com pedido de guarda não vai dar em nada,mesmo com testemunho de vizinhos e pessoas conhecidas que sabem de tudo.Quero pedir a guarda da minha neta,mas tenho medo que isso piore a situação e que eu fique impedido de ve-la,amo minha neta mais que minha propria vida,e faço qualquer coisa por ela,tenho medo tambem que "encham" a cabeça dela contra mim e minha esposa,pois já fizeram isso antes e foi muito dificil reverter...o que devo fazer?Já não durmo e mem me alimento direito,devido á isso e a saudade e o medo de que façam algo com minha netinha.

Anônimo disse...

Olá, tenho uma filha de uma ano e 11 meses, seu pai mora em uma cidade próxima a nossa mais nunca quis ter muito contato (eu e minha familia sempre fizemos questão de que a familia dele a visse, que ele tivesse contato com ela e visitas a vontade desde que avisasse antes) ele nunca ajudou em nada e eu nada pedi pois ele não trabalhava e é estudante. Mais agora ele trabalha e está começando a exigir que fique com ela em fins de semana, sendo que ele é um pai ausente ( ficou até 3 meses sem ver a filha pois "não tinha tempo) e além disso os avós paternos de minha filha também são ausentes mais querem ter minha filha nas férias mesmo sem saber do que ea come, o que ela gosta etc. neste caso e dentre outras tantas situações resolvi entrar com pedido de regulamentação de visita ( pois é importante que ela conheça seu pai e ele a ela) e com pedido de pensão (pois também sou estudante e dependo dos meus pais, além de que o pai de minha filha agora trabalha, tem convenio, etc) mais neste caso, ele tem direito de ficar com ela no fds? sendo que ele mora em republica e o local é totalmente anti-higiênico e não tem salubridade para uma criança. e posso pedir para q ele a visite de 15 em 15 dias (alegando que nem isso ele o faz, desaparece, não liga e nem pergunta do que ela precisa, gosta, come, etc) infelizmente durante esses anos ele nunca tomou nenhuma iniciativa de querer ajudar a criar, mesmo emotivamente minha filha.. e estou perdida pois me preocupa muito esta ausência e aparecimentos depois de um tempo exigindo coisas que ele não é apto a fazer por ela (obs: nunca o barrei de entrar em casa e sempre estive disposta a conversar sobre o assunto e até auxilia-lo a ver a filha, até levando-a várias vezes até sua cidade)

obrigado desde já

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filha de 11 meses:
que alegria! a paternidade brotou no pai! mesmo que um pouco tarde os pais ainda acordam para a sua paternidade. fico feliz com a notícia.
Quando a ele morar em uma república e ter dificuldades, deverá ser um fator que ambos deverão superar e propiciar meios e modos de ele ter acesso a criança.
de certo uma boa conversa deverá resolver este probleminha.
como sempre apenas recomendo que as visitas sejam o pai distante da mãe se já não tem mais condições de reatar a relação, já que isto pode afetar as visitas: pais e mães quando apenas um quer reatar e o outro naõ, é um problema grave já que até mesmo inconscientemente podem fazer uso da criança para estar perto e prejudicar a visita.
Neste caso melhor entregar a criança uma, duas, ou até tres vezes junto de recadinhos, recomendações sobre as fragilidades do menor(alimentação, alergias, horas de banho, manias etc...) tudo bem escrito sem agredir o que levará a criança.
ACASO aconteça alguma impropriedade, tipo a criança adoecer naõ é incomum já que a adaptação da criança pode acarretar fatos assim. deve-se insistir nas visitas e ver a adaptação da criança.
Parabens pela sua iniciativa de deixar o pai (que tardiamente) quer ver o filho...

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Avô e netinha:
PERDÃO A DEMORA NA RESPOSTA!!!
Penso que no caso o Sr. deverá entrar com um pedido de guarda desta criança.
suas provas parece ser boas!
filha desnaturada e genro não bem de vida.
Procure um bom advogado de familia para a situação.
Boas sortes, penso que ela está a seu lado!

Gisele disse...

Bom dia!!
Meu namorado tem uma filha de quase 4 anos, ele está separado faz tempo da ex e paga pensão certinho. A ex dele as vezes se recusa a assinar o recibo da pensão e ele já pediu que ela fizesse uma conta em um banco para que ele faça o depósito e ela fica enrolando.
Outro detalhe é que segundo a determinação ele pode ver a filha a cada 15 dias, sendo que deve entregar ela até as 19h do msmo dia pra mãe.
Há duas semanas ele avisou a mãe que iria pegar a menina no domingo de manhã pra passar o dia com ela. Quando tudo parecia certo ela liga na sexta-feira dizendo que ele só pode ver a menina no portão, que como ela tem a guarda da menina ele não poderia tirar ela de lá pra levar em lugar nenhum.
Detalhe é que eu e ele estamos morando juntos e vamos nos casar e ela ficou sabendo, já percebemos que ela só está fazendo isso por ciumes, pois o relacionamento que ela tinha até mês passado não deu certo e o homem foi embora da casa dela também.
Gostaria de saber se ela tem o direito de não permitir que ele leve a menina pra passear. Queria saber também se ele pode pedir revisão destas visitações para que a mennina possa dormir nos finais de semana (a cada 15 dias) na nossa casa.

Gisele

Naya El Khatib disse...

Prezado Ronaldo,
Gostaria de saber uma coisa. No caso de um pai agressivo, com distúrbios psiquiátricos, eu precisaria de um laudo para garantir a visita assistida? Eu precisaria de algum BO de agressão? Ou bastam apenas minhas palavras, ou ainda depoimentos de amigos e parentes meus?
Gostaria que minha identidade fosse preservada, ou mesmo, minha pergunta não fosse publicada, por motivos óbvios.
Grata.

Naya El Khatib disse...

Prezado, gostaria de fazer uma pergunta.
No caso de um pai com distúrbios psiquiátricos, para que eu consiga garantir a visita assistida, preciso necessariamente de um laudo médico? Ou posso simplesmente dar meu depoimento, e ainda contar com depoimento de amigos a parentes que já presenciaram cenas de agressão? Eu nunca fiz um BO.
Prefiro que minha identidade seja preservada, por motivos óbvios. Ou mesmo que minha pergunta não seja publicada. Grata.

Anônimo disse...

Boa tarde;
Tenho um filho que mora com a mãe no estado do rio, e eu moro no ES, estou querendo visitar a criança, porem vivo com outra pessoa que tem parente que mora no rio, o que me ajuda muito pois já não teria mais de pagar hotel, o que facilita a visita, no caso iria busca-lo no sabado para passar o fim de semana comigo e o levaria de volta para a mãe no domingo.
Porem a mãe diz que tenho que visita-lo somente em sua casa sob supervisão, que somente a partir dos 5 anos poderia pega-lo para passar o fim de semana comigo.
Gostaria de saber qual a idade minima para poder passar dias com ele?? e no caso de eu traze-lo para minha casa durante suas ferias escolares ??
No caso da pensão, eu pago cerca de 12% do meu salario, recebo 1.200 e pago 150. eu entrando na justiça qual seria a porcentagem que seria imposta para pensão?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Gisele,
mais um caso de ciúmes atrapalhando as visitações.
tentar o diálogo é algo que sempre procuro recomendar. mas no caso se a coisa não tiver conversação, melhor ir ao judiciário acertar a visita COM O PAI já que com 4 anos a criança pode passar o final de semana todo com o pai.; e acertar o depósito em conta corrente das prestações alimentícias.
TENHO medo que uma disputa de egos e ciúmes pode levar um processo deste a péssimos andamentos e bons resultados, tem de se verificar até onde estamos firmes nos propósitos.
boníssima sorte

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

anonimo que mora no ES.
nada disto. as informações da mae estão equivocadas. acima eu já disse muito sobre visitas assistidas (nos comentários) somente se você for uma pessoa muito desregrada para submeter-se a tal visita.
IDADE: depois que a criança sai do peito (amamentação) já se pode fazer as visitas longe da mae. é um momento mágico onde o pai passa a ter papel materno no zelo com o filho. muito importante o papai trocar fraudas, cuidar de uma cólica, ou uma gripe... as recomendações de alergias, alimentação, e outras manias dos menores pode ser repassado ao pai através de recadinhos escritos, nada impede.
com 5 anos é recomendável, e digo mais, com qualquer idade, que as visitas oportunizem férias com o visitante. no caso metade das férias com um e metade com outro genitor. o mesmo vale para os aniversários do pai e da mae, a criança ficando a data com o respectivo aniversariante. natal e ano novo alternados com um e outro... e assim vão as visitações e alternâncias...
PENSÃO: o seu valor pode estar um pouco baixo aos olhos do judiciário e este montante poderá sofrer significativo acréscimo.
estude bem com um advogado de família para ele verificar as condições de você pagar e as necessidades da criança receber.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Naya:
sim.. haverá a necessidade de um estudo psicológico do pai.
o BO ajuda bastante e testemunhas. Mas a sua palavra APENAS ELA, fica algo um pouco sem fundamentos, já que há casos no judiciário onde a mae acusa o pai por mero desgosto e sem fundamentação. mas estes casos de pais desnaturados são fáceis de constatar através de um bom psicólogo (alias nem precisa ser tão bom hehe) mas recomendo no seu caso excelentes provas e boas fundamentações por se tratar no caso de uma exceção no poder judiciário a visita assistida.

Ana Claudia disse...

olá , tenho um bebê de 25 dias , mais ele já mama mamadeira , estou separada do pai do bebê e tinha estipulado as visitas da seguinte forma : de quarta quando ele sai do trabalho , e de sabado e domingo depois das 14hr , so que na minha casa , ele não quer aceitar , quer levar o bebê pra passar o sabado das 14hrs as 18hr e no domingo a mesma coisa , mais ainda acho muito novo pra ficar longe de mim , é correto a atitude dele , ou si eu entrar em processo para regulamentação de visitas como seria ?

Davi disse...

Olá Dr. Ronaldo. Estive na audiência para entrar em acordo com a mãe de meu filho, quanto ao valor que pago de pensão, que é calculada sobre o salário mínimo, o que para mim está se tornando impossível, pois não sou assalariado, meus vencimentos são reajustados muito abaixo dos índices do salário mínimo! Na audiência o advogado da mãe simp-lesmente disse que não pensaram numa contra-proposta e que estavam ali apenas para falar NÃO. E agora? eu afirmei que assumiria as despesas escolares de meu filho, que ficam até acima da pensão que pago, mas é melhor pois os reajustes são mais próximos de minha realidade salarial! Para mim ficou bem claro da intenção dela em me prejudicar, pois recusou uma proposta que lhe é favorável financeiramente;e agora Dr? quando o juiz saber dessa situação ou desse impasse criado pela mãe, ele poderá decidir pelo bom senso? Eu sei que do jeito que está eu não terei condições de manter em dia essa obrigação, que conscientemente sei que faço pelo meu filho, que eu adoro!OBRIGADO, Davi;

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Davi,
Durante toda a sua fala você não mencionou o SEU advogado! Somente ele poderá lhe ajudar neste caso!
o juiz julgará conforme as provas que cada um levou: documentos, testemunhas vistorias de assistentes sociais etc...
Recomendo uma boa assentada com seu advogado e pedir, como meio de prova uma visita da equipe multidisciplinar de assistentes sociais, e elaborar quesitos a estes profissionais. ele vai elaborar perguntas direcionadas ao seu caso e a seus interesses. as respostas serão utilizadas pelo juiz para decidir tecnicamente.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Ana Claudia: a visita é a criança e não a você! senti que na verdade voc pretende na verdade ver o seu ex...
mas ainda está certa quando aos horários das visitas e dias... (os dias podem ser flexíveis)
mas com esta tão pouca idade, não é recomendável que a criança fique longe da mae.
a regulamentação judicial não deixaria que ela seria afastada de você enquanto ela estiver mamando. terminando a lactação o pai pode levar para ele o dia todo.
por ora sua atitude é corretíssima!

Mayane Lopes disse...

Bom Dia!

Gostaria muito que me ajudasse esclarecendo uma dúvida.

Meu marido tem um filho com sua ex esposa, e, no período de visita dele, quando ele leva a criança de volta para a mãe, ela nunca esta no local para recebê-lo, sempre entregamos o menor para a avó dele, ou quem estiver presente do local. Isso não esta correto, esta?

O que fazer nessas situações? Devemos acionar a polícia ou mesmo levá-lo de volta até a mãe da criança aparecer?

Aguardo resposta.
Agradeço.

Anônimo disse...

Boa Tarde,

Me casei por estar grávida, tentei ter uma vida boa com meu marido porém ele me tratava muito mal, me humilhava na frente do filho, até que em nossa ultima briga ele disse q iria embora para a casa da mãe e que iria levar meu filho com ele. O nosso filho que na época estava com 2 anos e meio estava em meu colo, ele tentou a força retirá-lo de mim para levá-lo mas nosso filho me agarrava e chorava muito dizendo para papai quero ficar com a mamãe. E ele acabou indo embora, mas me ameaçou de sumir com meu filho, após esse episódio meu filho sente muito medo do pai, ele fala que o pai é bravo que briga com ele e que tem medo dele. Por esse motivo não quero deixar meu filho a sós com ele, ele já tentou vir buscar o menino nunca me neguei a deixar ele ir mas nosso filho não vai, chora, esperneia e fala que só vai se eu for junto. Resolvemos então como o pai está com muitas dívidas que ele não levaria o filho enquanto não a gente não formalizar e ele pagar pensão já que diz não ter condições para isso. Não me importo com isso afinal ele tb não deixa o filho sem nada ele ve o q é necessário e compra e estávamos indo bem assim.
Até que ele veio me pedir meu nome para fazer um financiamento alegando que como ainda somos "casados" eu tenho obrigação em fornecer meu cpf para que ele faça isso. Disse que não iria fazer isso que não é certo e ele me ameaçou, disse que vou ver só, que eu nunca o ajudo!
Ajudo e muito afinal nem me separei para ajudar com as dividas dele como ele mesmo diz.
Porém não estou suportando esse tipo de situação e quero sim o meu divórcio como devo agir se meu filho não vai com o pai, eu não falo mal do pai dele pelo contrário incentivo ele a falar no tel com o pai a ir a casa dele, porém ele não vai se eu não for, toda as vezes que ele foi a casa do pai eu tive que ir junto, ficando algo chato pq a 1 ano moramos em casas separadas e ter q dormir na casa da minha ex sogra para mim não é legal, mas ele mora em outra cidade e pelo meu filho acabo cedendo.

Max disse...

Dr. Galvão:
Boa tarde, tenho uma filha de 1 ano e meio. A 3 meses que me separei, e tenho muitas dificultardes para ver minha filha. Fui na defensoria Publica e lá a mãe foi convocados para uma conciliação. Ela cumpre com o falado na conciliação quando ela quer. Mas não tenho uma documentação que legitime o falado. Precisaria saber a que órgão devo recorrer para estabelecer visitas e pensão e que isso fique num documento legal.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

pai que agrediu o filho:
situação complicada! mas um excelente... mas tem de ser bom mesmo!!! PSICÓLOGO poderá atestar esta fobia do filho para com o pai.
com o laudo psicológico e um processo com bastante elementos de prova neste sentido via lhe ajudar muito.
DIVORCIE-SE o mais breve possível!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Mayane:
No caso não vejo problemas em entregar a criança a um outro parente.
Tenho até mesmo recomendado que estes encontros entre "ex" pode até ser tumultuado.
Estando a criança entregue a pessoa responsável, parente (de preferência) e no local devido. não vejo problemas.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Max:
Melhor que tenha um documento oficial. é muito fácil dizer algo na conciliação e não cumprir. Exija, junto de seu advogado, um documento com a descrição pormenorizada a visita. daí então terás um documento hábil a fazer valer seus direitos.

Nuno Rodrigo Borges disse...

Boa tarde, minha esposa está com uma problema com o ex marido dela que já não paga a pensão da filha a uns 3 anos, já tentou durante a revisão da pensão fazer com que o ex marido pague a pensão, o Juiz dividiu a divida dela e estipulou que ele deveria pagar, porém o mesmo nega-se a pagar a pensão e agora resolveu pegar a filha nas datas previstas para visitação. Sei que não se pode negar a visita mesmo ele estando em divida com sua obrigação. Mas o que fazer uma vez que toda vez que ele vai a juízo o juiz parcela as dividas e após audiência o mesmo para de fazer o pagamento. Vejo na televisão que país são presos por conta do não pagamento, mas como requerir essa prisão? E o que fazer para ele pagar em dia as pensões?

tatiane cristina disse...

Boa noite,eu e o pai da minha filha de 1ano e 2 meses moramos praticamente na mesma rua.em desde qd ela nasceu ele sempre veio visitar duas vezes na semana e visitando todos os domingos,mas nunca demonstrou nenhum sentimento pela menina,nunca elogiou carinhosamente como todos os pais fazem,so sabe chamar a menina de cara preta ,de cinco meses pra ca minha filha vem ficadomuito doente no inicio eu ligava logo ele estava aki e levavamos ela ao medico,porem de um tempo pra qd ligo ele nao atende nao responde sms e teno que me.virar sozinha,e a desculpa dele é sempre mesma esqueci o celular em casa,dexri o celulat carregando,mas como a minha filha esta doente,quase toda a semana tenho que levala ao medico e eu percebi que ele nao gosta de ser encomodado,e como isso estava me deixando muito inrritada deixei de lado e disse pra ele esquecer que ela existe e que nao precisava mais pagar pensao no inicio reclamou mais depois nem ligou mais,mais por motivo de força maior tive que voltar atras e pedi pra que ele depositasse o dinheiro pq ela precisaria tomar um medicamento muito caro,e ele simplesmente me mandou me vira,entao eu disse a ele que se nao pagasse eu iria ate a casa da namorada dele pra pedir pra ela q conversasse com ele pra que comprasse o medicamento da filha dele,e foi qd ele virou macho,no me mesmo dia procurou um advogado e disse que se entrou com pedido devisitaçao e que por orientaçao de sua advogada so vai pagar qd o juiz determina,minha duvida e mesmo ela estando doente e precisando de medicamentos eu tenho que esperar??
E ele disse que qd ele pegar ela nao me importa com que ele vai deixar,o final de semana dele tem que ser dedicado a ela ou ele pode deixar com terceiros pra poder ir pro futebol,balada?
E ele pode pegar na sexta a noit e entregar na segunda de manha??
Ja recebi a carta da defensoria publica pra comparecer de segunda a sexta das 8:00 as 9:30,para tratar de assuntos do meu interesse como devo prosseguir??

tatiane cristina disse...

Bom dia,tenho uma filha de um ano e dois e o pai entrou com processo de visitaçao,porem tenho uma duvida,o fim de semana que for dele ele pode deixar a menina com os avos,com tias pra ir pra balada,jogar futebol,ficar com os amigos???

Por eu penso assim,se ele quer ter o direito de ficar com ela nos finais de semana altarados ele tem que de dedicar a ela,ate mesmo porque ele quem foi atras.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

NUNO.
Prezado.. há uma coisa errada... o juiz não pode parcelar sem a autorização da pessoa que deve receber a pensão!
O parcelamento é algo que depende somente da parte!
sugiro verificar isto mais a fundo...

dayane queiroz disse...

tenho uma duvida meu marido tem uma filha de 12 anos k sempre veio fim de semanas alternados sempre eu que busquei cuidei pois ele vive no bar essa semana fomos suprendidos intimação pra ele e lá fala k menina não tem afinidades comigo nenhuma k nossa relação péssima e que requer presente judicial concessão liminar "inaudita altera pars" d restrição direitoo visitas d pai haja vista não estar sendo contato aproveitado que não sente a vontade na minha frente. isso sera argumentos do advogado isso norma?? ou será que vida toda ela nunca gostou de min?? tenho muito medo sabe pois estou gravida de uma menina e sinto k la ta com ciumes e tenho filho de 7 anos

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Tatiane:
Existe uma ação cautelar chamada "alimentos provisionais" que pode ser utilizada a dei favor para estas emergências... seu advogado vai saber como funciona.
Quanto a pegar na sexta e devolver na segunda eu entendo ser demais ... muito mesmo.. tão novinha!!!!! nem pensar.. faça as visitas semanalmente: pega as 8 e devolve as 18 no máximo 20hs.
a defensoria e um excelente canal para o poder judiciario, mas converse com eles sobre a possibilidade de rever estas questões:
1. visitação em menor tempo para uma idade tão pouca como sua filha. entenda que o melhor é todos os finais de semana como eu falei anteriormente.
para fazer a cautelar de alimentos provisionais para uma "decisão" - coloquei aspas rápida e ele custear os remédios que agora são necessários.
2. leve toda a documentação possível para demonstrar a necessidade destes alimentos provisionais. como você tem advogado eu não posso - por ética - dar meus "pitacos" nos entendimentos dele.
3. peça ao defensor para ele defender seu caso como defende todos... com carinho que todo defensor tem... a classe dos defensores é maravilhosamente batalhadora, investida de "garra" e muito inteligente...
.
.
boa sorte

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Dayane
complicado entender a redação do mail, MAS, NINGUÉM É OBRIGADO A DIZER A MENTIRA.. a criança deve dizer a verdade!
qq questão a mais.. ronaldo79171@gmail.com.br

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Tatyane..
ohh querida.. depois de deixa os filhos com os pais... a guarda é deles...podem deixar com outras pessoas.. já deixei umas mensagens anteriores no sentido de informar que os pais podem sim, divertirem-se no futebol e balada nos dias das visitas, desde que deixe a criança com pessoa (avós paternos e maternos) mas será apenas um curto perídodo, durante a "cura da ressaca" ele estará com carinho com a criança.....
o que naõ pode e não se admite é que ele pegue a criança e nem por instante a veja.
o mais ineressante nisto tudo é que criança percebe estas ausências paternas nos dias das visita... refletirá demais nos tempos futuros:
"papai, vc me pegava, levava pra casa do vovô e não me via" uma fala destas é desastrosa para um pai ouvir.
.
Tatiane, recomendo que: enquanto a criança não estiver sendo mal tratada deixe ir... no futuro você será a mae que deu as oportunidades ao filho... e terá um pai que naõ aproveitou isto...
QUEM DIRÁ ISTO NÃO SOU EU.... SERÁ SEU FILHO!

Anônimo disse...

Olá Dr° Ronaldo tenho uma filha, e o pai dela faleceu a 3 anos, a avó paterna quer regulamentar as visitas, como devo proceder posso exigir somente visitas como por exemplos 1 vez por mês no período num período de 3 hs mais ou menos , ela entrou pela defensoria publica contra mim com advogado do estado eu não tenho condições para pagar um como devo proceder agradeço pelo breve resposta

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

visita de avó paterna.
Há anos eu venci uma dura batalha onde o resultado foi a negativa de visitas dos avós aos netos. MAS isto foi num passado distante. hoje eles tem sim, o direito de visitar os netos, nas idênticas condições que o filho viria. uma vez por mês por somente 3 horas será muito pouco... de certo o juiz haverá de regulamentar mais dias no mês por mais tempo.
sobre sua falta de advogado, procure a secretaria do fórum, informe a sua condição e peça a nomeação de um advogado DATIVO.

Anônimo disse...

Boa Noite
Estava namorando mas não demos certo,depois desta separação descobri que estava grávida.Durante toda a minha gestação ele apenas veio visitar uma única vez,apenas para saber se o fato era verdade.,nunca ligou nem pra saber se o bebe precisava de algo.Pois bem ,como trabalho e minha situação financeira não é ruim,fiz todo enxoval para recebe-lo..Bebe nasceu,,esta hoje com 3 meses...depois que a criança nasceu o pai só vei visita-la 3 vezes..liga fala que vai vim e nunca vem,,,muitas vezes já dwesmarquei algumas coisas para então ele visitar a criança e depois de nãO aparecer vinha com mil e uma desculpa..Pois bem ,como a vida segue pra todo mundo,,a minha vida seguiu,,tenho um novo companheiro que ama muito as crianças (tenho um filho d3 4 anos de um antigo relacionamento)que dá a elas o que realmente precisa.. Amor, atenção..Morava com minha mãe..ele nos deu uma nova vida...além das ótimas condições de vida que vivem os pequenos agora.. Gostaria de saber qual a melhor maneira para resolver tal situação ,,sendo que nâo quero impedir o bebê de ter contato com o pai, ,mas quero que ele cumpra regras..e também não quero que outras coisas possam atrapalhar minha vida afetiva..Obrigada.

Anônimo disse...

Tenho um filho de 3 anos e 2 meses, entrei com processo para regularização de visita.
Para me prejudicar a mãe antecipou que irá alegar duas situações do meu passado:
1 - Em 2003 fui acusado de assalto a mão armada, porém, ganhei o processo pois não havia sido eu, e provei na justiça minha inocencia;
2 - Em janeiro desse ano, fui parado em uma blits da policia e estava com indice de alcool no sangue de 0,58 causando um processo administrativo e criminal "pela nova lei seca".
Do 1º caso entendo que não irá dar problema pois provei minha inocencia, no 2º caso ela disse que irá alegar que tenho problemas com Alcool e com isso alegar que tenho vida social duvidoza, pedindo ao juiz que eu não retire meu filho da casa da mãe. Ela esta fazendo tudo isso pq ainda gosta de mim e quer que eu fique na casa dela vendo meu filho, não tirando ele de la.

Eu simplesmente estou pedindo o de costume: pegar meu filho a cada 15 dias; ferias 15 dias comigo 15 com ela; natal e ano novo alternado.

O que pode acontecer nesse caso, será que são argumentos validos para eu não poder retirar meu filho da casa materna? O magistrado entenderá que eu tenho meu direito de ficar com meu filho na minha casa?

obrigado

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Filho de 3a2m: respondi no mail de forma reservada!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filho não visitado pelo pai.
prezada, mesmo o filho tendo uma figura referencial paterna, diferente do pai biológico, ainda assim ele tem o direito de relacionar-se com o pai biológico. o juiz haverá de resguardar estes encontros.

Anônimo disse...

Ola Ronaldo,muito obrigada pelos conselhod valeu e muito,agora tenho uma outra questao,o pai da minha filha pagava 300 de pensao,so eu nao sabia o valor que recebia,no dia da audiencia de conciliaçao ele entregou o holerite para o advogado e o salario dele é de 1722,00 e ainda disse que vai ter aumento esse mês,percebi que o advogado estava puxando um pouco de saco pro pai dela e mesmo eu explicando a sittuaçao,os gastos com remedios,ele determinou 25% do salario que deu 430,e eu concordei,depois qd cheguei em casa percebi que pelo fato dele ter condiçoes de pagar um pouco mais deveria recorrer para 30% ,até mesmo por que ele NAO tem outros filhos,o que o Senhor acha como devo proceguir,até. pq ele sempre agiu de má fé os poucos meses que me pagou pensao foi de 300 qd na verdade sempre pode pagar mais.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Pensão de 430.
Prezada, pelos padrões de hoje este valor é bem interessante e não se deve prejudica-lo numa investida processual.
contudo o padrão (nada jurídico) de 30% é algo que você pode sim! ir à busca!

Anônimo disse...

Boa tarde Ronaldo,só mais uma dúvida em relação aos direitos da criança sobre o salario do pai,o acordo que fiz com ele no forum foi 25% do salario dele com direito ao 13º!
Porém a minha dúvida é a seguinte a minha filha não tem direito a férias,horas extras,plr e recisão?e se tiver como é que eu posso recorrer e o que eu devo falar qd procurar a defensoria publica?

Anônimo disse...

Boa noite,gostaria de saber quais são os direitos que a minha filha tem em relação a pensão sobre os valores do pagamento do pai,já que ele trabalha com registro em carteira,por ex:ferias,13º,recisão,etc...

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Pensão sobre 13º - férias - rescisão.
Prezada, minha opinião neste caso não lhe é favorável, mas confesso que sou MINORIA! 'Cá de minha parte entendo que a pensão é uma contribuição (forçada) do pai para com os filhos no objetivo de lhes sustentar material, social, fisica e culturalmente.
Não significa, pois que quando o pai tira férias a criança tenha mais necessidade; não significa que quando ele sai do trabalho a criança necessite mais.
Penso que as verbas são TRABALHISTAS e não PENSIONALISTAS.
Penso que s verbas são devidas pelo TRABALHO e não pela paternidade, daí eu sempre argumentar que estas verbas não devem ser acrescentadas no valor da pensão.
MAS SOU UMA VOZ QUE CLAMA SOZINHA NO DESERTO! Vá a defensoria que eles farão acrescentar estes proventos do pai na pensão de forma facilitada.

liliane disse...

Olá meu nome e liliane tenho um filho de 1 ano e 1 mes morro junto com o pai e ele nunca me ajudou a cuidar da criança no material nunca deixou falta nada e meu filho mama no peito,pois e indicado no minimo 6 meses e ate 2 anos e ecelente quero o melhor pra meu filho e o pai precisa sim conviver com ele so que ele da tapas na mão da criança,grita e quando da na telha tenho que manter a criança em silencio pois como ele fala que esta canssado e não quer barulho ele simplesmente agora quer pegar o menino e viajar ficar 2 ou 3 dias com o menino lonje.mais ele mama de noite ele e estremamente dependente de mim , o pai disse que vai levar se eu quiser que chame a policia e diga que ele raptou o menino . tenho medo de me separar pois ele disse que ganha mais que eu ( tambem trabalho fora,obs ele fica com meu cartão de banco e recebe meu salario.)ele me ameaçou dizendo que ganha a guarda da criança e se eu abandonar a casa que e no lote da familia dele minha situação piora pois não tenho residencia propria e iria morar com meus irmãos pois perdi minha mãe aos 17 e fiquei com os mesmos.me ajuda por favor. Obs ele que levar mais ele não cuida quer que a mãe cuide.

Des de já agradeço

Anônimo disse...

Bom dia! O pai da minha filha e eu moramos no msm quintal, ele no andar de cima e eu no andar de baixo com nossa filha. Ele me colocou na justiça mentindo que eu ñ o deixava ver a nossa filha.Ganhou o direito de ficar com ela de 9 h de sábado as 18 h de domingo, metade das férias, aniversário dele, aniversário dela em anos alternados e Natal e Ano novo em anos alternados. O juíz disse q ele poderia começar por esse fim de semana já que ele quer tanto isso. assim q chegamos em casa, ele disse que não quer começar agora e que nos fins de semana dele, ela não precisa dormir com ele. Eu gostaria de saber se depois de ir a justiça e dizer que estava impedido de ver a filha e conseguir esse acordo, ele não teria q ter obrigação de cumprir?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Sobre o "comentário" acima indicando o filho de 1 ano e 1 mês.
Vejam os leitores deste blog o que passo... esta e uma das situações mais complicadas que tive de responder aqui:
1. a familia é completa: pai, mae e filho.
2. existe o histórico de violência em face da criança e contra a própria mãe
TUDO DEBAIXO DO MESMO TETO
a mae não tem local para onde ir....
JURÍDICO?!
nem tanto! SOCIAL A QUESTÃO!
RECOMENDO PROCURAR AMIGOS PRÓXIMOS PARA DAR SUBSÍDIO AFETIVO. E UM PROMOTOR DE JUSTIÇA QUE ASSUMA ESTA LUTA!

hoje me senti muito "incapaz" de poder ajudar tão deplorável situação. são homens assim que a SOCIEDADE NÃO PRECISA!

Anônimo disse...

Olá, possuo uma filha de 7 meses. Não moro mãe da criança nunca moramos. Pago pensão regularmente, conforme fora estipulado em processo de pensão alimentícia proposto pela genitora. Porém estamos com um problema, a regulamentação das visitas. A mãe não deixa que eu pegue e criança, dificulta as visitas, de forma que para ver a criança tenho que ficar indo até a casa da mãe, onde escuto diversos desaforos dos pais da genitora. Enfim, eu, ao contrário de muitos pais que vemos por aí, quero ter mais contato com minha filha, e não quero ficar apenas visitando-a por pouco tempo na casa da genitora, mas sim ter o direito de passar ao menos um final de semana com a criança em minha própria casa, onde resido com minha mãe e minha irmã, que são avó e tia, respectivamente da criança, e que por sinal, também estão enfrentando dificuldades para ter contato com a criança. Desta forma, uma regulamentação de visitas, para que o eu possa ficar ao menos 1 fim de semana com minha filha seria o ideal, e eu poderia estar mais presente na vida dela.

Sei que a legislação não menciona qual é a idade da criança para que o pai possa pedir essa regulamentação de visitas, mas com apenas 7 meses de idade o pai conseguiria tal êxito?

Desde já agradeço pela atenção!

Obrigado!

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

sobre o casal que namora no mesmo quintal:
penso em fazer uma ocorrência sobre a desídia dele em pegar a criança. ou colecionar testemunhas do fato.----------
é uma piada isto: o pai pede a visitação e depois de ter o direito somente faz uso - estratégico - quando lhe convém, especialmente quando a mae marca algum compromisso ele não pega a criança por mera maldade.............

absurdo... a mae deve chamar a polícia para registro de BOS (boletim de ocorrencia simplificado) ou ter testemunhas no ato....

DOU A ISTO O NOME DE REVANCHISMO ...

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

filho de sete meses x visitação.
Aos sete meses penso que a criança ainda esteja amamentando... assim sendo o distanciamento da mãe não é recomendável. por swer uma situação passageira, recomendo "suportar" um pouco, e assim que a criança não estiver mais no peito, fazer o requerimento para leva-la consigo será maior garantia de aceitação pelo judiciário.

Anônimo disse...

Avô desesperado. Minha filha namorou alguns anos com um cara, que toda família foi contra, desse relacionamento teve a minha neta. Hoje a minha neta tem 4 anos e desde o dia que nasceu até hoje, mora comigo,minha esposa e a minha filha. O pai registrou, mas nunca quis ajudar, nem ele e nem a família. Obrigavam a minha filha de resguardo a ir a casa dele,pra a família dele poder ver.Quando ele viu que minha filha não ia mais voltar com ele,falou que a menina era uma desgraça na vida dele,que podia arrumar outro pai e ficou quase 2 anos sem ver.Falava que queria um FILHO e não filha. Depois aparece 2 vezes e some mais alguns meses e nisso a minha neta está a 1 ano na terapia. Mas rejeita o pai, não aceita falar dele.Mas quando ele aparece brinca,mas logo se irrita com ele e ele com ela.e vai embora feito um louco daqui.Sei que ela acaba nutrindo um sentimento por ele,mas ele não demonstra nenhum,so quer ficar perto porque até hoje fala de voltar com a mãe dela. Ele é agressivo,violento,já foi preso algumas vezes,internado umas6vezes em clinica de recuperação e umas 5 em clinica psiquiátrica.Jurou elas de morte na frente dos vizinhos todos.Minha filha é uma mãe muito dedicada,vive pra cuidar da filha,nunca mais se relacionou com ninguém.Mas nunca deixamos ele tirar nossa neta daqui,Mas ele ameaçou agora de querer a menina,será que se eu conseguir provar o que disse,posso pegar a guarda pra mim e para minha esposa?Minha filha não trabalha, mas é formada a alguns anos já. Ele não trabalha,não estuda,so vive andando com pessoas de índoles muito duvidosas,não confiaria nunca minha neta nas mãos dele e o pior de tudo é que a família dele mesmo com tudo,não quer saber.as vezes que viram minha neta,foi porque a minha filha levou.e ja vai fazer 1ano que os avós paternos viram pela última vez,porque ninguém procura. além de não ajudar com nada. O que eu posso fazer nesse caso.

Unknown disse...

Ola Dr. Ronaldo. Meu irmão tem uma filha de 5 anos e esta em processo de separação litigiosa, ele sempre pega a filha a cada 15 dias pra passar o fim de semana, a mãe reclamando e as vezes ate impedindo. A guarda ainda não foi regulamentada pq a advogada disse q isso sera definido junto com o divorcio, mas ele sempre pagou pesão normalmente. Essa semana ele esta de mudança de São Paulo para a Bahia e gostaria que a filha passasse 15 dias das ferias escolares de fim de ano com ele, com ele claro pagando todas as despesas e indo leva-la e busca-la pessoalmente mas a mãe já disse que não autoriza mesmo a criança dizendo que esse é o seu desejo. Como poderiomos solucionar esse caso? è possivel ele regularizar isso mesmo estando em outro estado?

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Avô desesperado.
Recomendo regularizar a guarda da criança em seu nome, depois disto ter mais rigor nas visitas.

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

de mudança para a Bahia:
sim sim podem pedir uma liminar para desde já o juiz decidir de uma forma precária, até que decida definitivamente junto do divórcio.
mesmo estando noutro estado o zeloso advogado manterá você informado de tudo. em muito dos casos a sua presença é dispensável, bastando o advogado fazer a petição e enviar ao juiz. no mais somente nas audiências é muito recomendável sua presença. mas geralmente apenas uma já resolve.

Anônimo disse...

Pelo amor de Deus. Estou desesperada e preciso de ajuda. Descobri conteúdos pornograficos no notebook do meu marido. Quero me separar mas tenho medo de que ele mostre filmes pornograficos qdo ele estiver visitando o meu filho. Ele ja quis fazer sexo na frente do meu bebe que so tem 1ano e 6 meses. O que eu faço???

Mãe disse...

Boa tarde Dr Ronaldo, tenho um filho de 3 anos e sou divorciada desde os meus 8 meses de gestação. meu filho sempre teve contato com a família paterna (avó e tia), o pai quando (raramente) queria o visitava, mas um tempo atrás (1 ano) ele estava namorando e resolveu incenar de bom pai, pegou meu filho e viajou sem me dizer e ainda sem o documento de meu filho (tenho a guarda unilateral de meu filho). após este ocorrido, determinei que ele só iria tirar meu filho após a dterminação judicial, sendo assim, ele entrou com o pedido de regulamentação de visitas. Concordo que meu filho tenha sim a convivência com o pai mas, o que me preocupa é que o meu ex marido, faz uso abusivo de bebida alcóolica e quando está embriagado ele se torna uma pessoa agressiva, sei que nem por isso juiz algum irá tirar o direito do meu filho de conviver com o pai, mas queria saber se enquanto ele for pequeno pelo menos até os seus 6 anos de idade, posso solicitar que não haja a pernoite e nem férias de 15 dias. o juiz pode determinar que o pai o pegue de 15 em 15 dias sendo no sábado e entregando ele à noite e novamente venha a pegá-lo pela manhá no domingo e devolvê-lo à noite e que as férias sejam somente na fase escolar (6 anos)? quais são os tipos de dias estipulados por juiz à criança? Agradeço

Ronaldo Galvão - Advogado disse...

Sexo no HD do computador:
duas coisas
1- Basta dizer que com o filho de 1a6m não precisa ver o pai e a mae fazendo amor.
2- quanto a ele mostrar vídeos assim para i filho... penso que é por demais desacreditar da sanidade do pai.
RESUMO
Penso que a separação será motivada pela traição virtual. assim sendo a separação há de transcorrer normalmente. nao tenha medo de o pai mostrar vídeos para o filho, penso que a senhora está confundindo seu ódio de traída com o receio de ele fazer algo com seu filho.

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